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COZINHAR É TUDO DE BOM!


CARNES DIVERSAS

Alcatra Acebolada

Ingredientes:

300 gramas de alcatra
3 colheres de molho shoyu
cebolas em rodelas (opcional)
Sal

Modo de Preparo:


Corte a alcatra em tirinhas. Tempere somente com sal a gosto.

Leve ao fogo e deixe dourar. Quando o fundo da panela estiver

corado coloque as cebolas se quiser ou coloque somente o molho

shoyu, um dedo de água. Sirva com arroz feito só no alho, e to-

mate com cebola temperados com sal, azeite e gotas de limão.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h24
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CARNES DIVERSAS

Buraco Quente

Ingredientes:

1 kg de carne moída (alcatra ou patinho)
3 colheres de sopa de óleo
3 colheres de sopa de azeite
1 cebola grande ralada
2 dentes de alho amassados
1 lata de polpa de tomate
1 xícara de chá de azeitonas verdes picadas
½ xícara de chá de salsinha picada
Sal e pimenta a gosto
350 gramas de queijo prato ralado grosso
10 pães franceses

Modo de Preparo:

Em uma panela, doure a carne moída no óleo e no azeite
Adicione a cebola ralada e o alho
Refogue mais um pouco.
Junte a polpa de tomate, o sal e a pimenta, mexendo até secar o molho
Junte as azeitonas e a salsinha
Retire do fogo
Junte o queijo prato ralado
Corte a ponta de cada pão e retire o miolo
Recheie os pães com o refogado de carne
Ajeite-os em pé em uma assadeira
Leve ao forno médio por 10 minutos
Sirva bem quente



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h18
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CARNES DIVERSAS

Alcatra com Champignons

Ingredientes:

1 quilo de alcatra cortada em cubos
2 colheres de (sopa) de farinha de trigo
2 tomates picados (sem pele nem sementes)
1 colher de (chá) de extrato de tomate
1 xícara de (chá) de caldo de carne
2 dentes de alho amassados
1 vidro de champignon (pequeno)
1 colher de (sopa) de manteiga
½ colher de (chá) de açúcar
1 pitada de tomilho
Orégano a gosto
Sal a gosto

Modo de Preparo:

Tempere a carne com óleo, manteiga, tomilho, orégano e sal.

Deixe tomar gosto por 15 minutos. Misture todos os ingredien-

tes. Coloque no refratário, tampe e leve ao microondas por 20

minutos na potência alta. Mexa 2 vezes. Retire e coloque em

uma baixela. Guarneça com legumes cozidos.

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h13
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CARNES DIVERSAS

Afogado

Ingredientes:

2 quilos de carne de peito de boi paleta ou carne de costela
Folhas picadas de ½ maço médio de salsinha
1 caixinha de molho de tomate
4 colheres de (sopa) de óleo
4 dentes de alho amassados
3 folhas de louro
2 cebolas médias
6 folhas de hortelã
Sal à gosto

Modo de Preparo:

Elimine as aparas e o excesso de gordura carne e pique. Transfira para uma

panela de pressão com a metade do óleo aquecido e doure de maneira unifor-

me. Verta o molho de tomate, o louro, o sal e tampe a panela. Cozinhe por 30

minutos ou até a carne ficar macia. Retire do fogo, tire a pressão da panela e

abra. Em outra panela refogue o alho e as cebolas no óleo restante. Junte a

carne com o molho, a salsinha, a hortelã e acerte o sal. Ao ferver, retire do fo-

go. Sirva o afogado fervendo em pequenas tigelas ou pratos fundos. Cada pes-

-soa adiciona a farinha de mandioca e engrossa à gosto. Acompanhe com agrião.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h51
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CARNES DIVERSAS

Açém Fatiado para Churrasco

Ingredientes:

2 quilos de miolo de acém cortado em tiras (largura 4 dedos)
400 gramas de bacon cortado em “palitos”
2 colheres de (sopa) rasas de sal grosso
1 pacote de creme de cebola (em pó)

Modo de Preparo:

Com uma faca de lâmina fina e bem afiada, faça alguns furos na carne e

recheie com os “palitos” de bacon. Em seguida tempere, polvilhando sobre

toda a carne o creme de cebola em pó e depois o sal grosso. Embrulhe a car-

ne em papel celofane para churrasco (5 voltas). Leve à churrasqueira a uma

distância de 50 cm do braseiro forte durante duas horas e meia (ou até que a

carne esteja macia). Com muito cuidado para não se queimar com o vapor que

se formou dentro do celofane, retire e retorne a carne à churrasqueira durante

10 minutos de cada lado a uma distância de 25cm do braseiro, só para dourar.

Retire do fogo, corte em fatias e depois em tirinhas tipo aperitivo. Sirva bem

quente acompanhada de farinha de mandioca fina e mandioca frita.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h40
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CARNES DIVERSAS

Açém com Molho Picante

Ingredientes:

500 gramas de miolo de acém
1 pitada de pimenta do reino
2 colheres de (sopa) de azeite
1 cabeça de alho picado
1 cebola média picada
Sal à gosto

Molho:
1 colher de (sopa) de pimenta em grãos
1 colher de (sopa) de salsinha picada
1 colher de (sopa) de molho inglês
1 xícara de (chá) de creme de leite
1 colher de (sopa) de azeite

Modo de Preparo:

Lave o acém, coloque em uma assadeira e, com o auxílio de uma faca,

faça pequenos furos. Tempere com azeite, sal, pimenta do reino, cebola,

alho, e deixe descansar por 20 minutos. Cubra com papel alumínio e leve

ao forno a temperatura de 180º por aproximadamente 25 minutos. Remo-

va o papel alumínio e volte ao forno por mais 10 minutos para dourar.

Molho:
Dê uma leve esmagada nos grãos de pimenta e coloque-os na frigideira.

Adicione o azeite, a salsinha, o creme de leite e o molho inglês. Mexa em

fogo baixo por 6 minutos.

Montagem:
Corte a carne em fatias médias, regue com o molho e decore com tomilho.

Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h51
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CARNES DIVERSAS

Açém com Molho Mirandês

Este bife, com mais de 700 g e com 4 cm de altura, dá para dois bons garfos.


O acém é uma bela carne para bifes, tenra, suculenta e saborosa, quando percorrida por veios de gordura. 

Os tão cantados e bem pagos bifes de lombo, de lombinho - o filet mignon dos franceses, andam bem longe

em sabor dos do acém e a diferença em tenrura não é tanta que se pague por ele 4 e 5 vezes mais o preço

do acém.

Grelhar o bife na chapa, em alta temperatura, um lado e outro bem selados, como se pode ver nas imagens.

Temperar de um lado e outro com sal e deixar por uns 5 minutos.

Laminar dois dentes de alho grandes e fritar numa frigideira com azeite virgem extra.

Juntar um gole de vinagre tinto. Levar a fogo brando e ferver.

Colocar o molho quente sobre o bife. Servir logo em seguida, bem quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h41
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CARNES DIVERSAS

Açém com Molho Exótico

Ingredientes:

1 quilo de acém sem osso, em tiras
2 vidros de água fervente (use o vidro de leite de coco vazio como medida)
3 tomates grandes maduros, sem peles e sementes, picados
1 colher de (sopa) de suco de limão ou tamarindo
2 colheres de (sopa) de manteiga ou margarina
3 colheres de (sopa) de farinha de trigo
2 vidros pequenos de leite de coco
1 xícara de (chá) de vinho branco
2 colheres de (sopa) de caril (curry)
2 colheres de (sopa) de azeite
2 pimentas malaguetas
2 cebolas médias raladas
1 colher de (sopa) de sal

Modo de Preparo:

Tempere a carne com o vinho, o sal, o caril, o azeite e as pimentas na véspera.

Refogue ligeiramente a manteiga ou margarina com a cebola, junte a carne es-

corrida e puxe até dourar. Acrescente a marinada e o tomate. Tampe a panela,

reduza o fogo, deixe cozinhar e apurar. Misture a farinha de trigo com o leite de

coco e a água, e adicione à carne, mexendo sempre para cozinhar a farinha.

Sirva quente com arroz branco.

Rendimento: 6 a 8 porções



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h21
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CARNES DIVERSAS

Acém ao Molho Madeira

Ingredientes:

1,2 quilos de acém
1 garrafa ou 2 long neck de malzibier (cerveja preta doce)
700 gramas de extrato de tomate (2 latas)
2 pacotes de creme ou sopa de cebola
Palmito em fatias ou champignon

Modo de Preparo:

Corte o acém em cubos (de modo a não precisar de faca para comer).

Misture à carne, o conteúdo dos dois pacotes de creme ou sopa de cebo-

la. Adicione e misture o extrato de tomate. Adicione a malzibier e tam-

bém misture tudo. Feche a panela de pressão e deixe em fogo alto até o

final do preparo. Marque 20 minutos após iniciar a pressão e está pron-

to. Abra a panela e adicione o palmito ou o champignon. Coloque arroz

branco no prato e coloque a carne com o molho por cima.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h12
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CARNES DIVERSAS

 

Açém à Jardineira

1 quilo de acém sem osso, cortado em pedaços pequenos
3 colheres de (sopa) de manteiga ou margarina
3 cenouras médias em rodelas grossas
1 quilo de mandioca em rodelas grossas
2 colheres de (sopa) de salsa picada
1 xícara de (chá) de vinho tinto
1 colher de (café) de pimenta do reino
2 dentes de alho socados
1 pimentão verde grande fatiado
1 colher de (chá) de tomilho seco
1 colher de (sopa) de óleo
2 cebolas médias fatiadas
1 ramo de cheiro verde
1 colher de (sopa) de sal
1 folha de louro

Modo de Preparo:


Tempere a carne com o vinho, o sal, a pimenta, o alho, a folha de louro

e o tomilho, deixando nessa marinada por no mínimo 4 horas, ou na ge-

ladeira de véspera. Esquente a manteiga ou margarina, com o óleo e alou-

re a carne escorrida. Acrescente a cebola e o cheiro verde, e puxe, refogan-

do bem. Constipe com a marinada, reduza o fogo, tampe a panela e deixe

cozinhar. Na metade do cozimento, adicione o pimentão, a cenoura e a man-

dioca, deixando no fogo tampado até ficar bem cozido, macio e apurado. Sem-

pre que preciso, junte água para manter o molho. Junte a salsa e sirva bem quen-

te, sem acompanhamento, quando muito com arroz branco.

Rendimento: 6 a 8 porções



Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h52
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CARNES DIVERSAS

Abacaxi com Língua Defumada
Para 4 pessoas
Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo: 20 minutos


2  colheres de sopa de manteiga ou margarina
½ copo de vinho branco seco
1 abacaxi cortado em fatias
1 língua defumada

Modo de Preparo: 


Cortar a língua em fatias mais um menos grossas e colocar numa

frigideira com 1 e ½ colher (sopa) de manteiga ou margarina. Dis-

por as fatias de abacaxi sobre a língua, espalhar por cima a man-

teiga ou margarina restante picada em pedacinhos e regar com o

vinho branco. Tampar a panela e deixar em fogo fraco até o vinho

evaporar. Pode substituir a língua por um lombinho defumado. Ser-

vir quente, com arroz branco preparado da forma habitual, porém

com manteiga ou margarina em lugar de óleo. Quando tirar o arroz

do fogo, juntar queijo parmesâo ralado, na proporção de 1 colherada

de queijo para cada xícara de arroz cru.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h43
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HISTÓRIA CURIOSA DO MUNDO DA CULINÁRIA - DO BLOG DE TOMPSON GÓES

Essa aconteceu com uma professora, amiga, fisioterapeuta das mais excelentes,

inclusive, já “tratou” Ivete Sangalo , chega nem adianta que eu não vou falar o

nome dela. Dia 25 de dezembro, Natal. A amiga recebe uma ordem direta do interior:

MÃE: " - Filha, tire o pernil que está no freezer, asse que estarei indo com minhas ami-

gas para ceiarmos juntas."

FILHA: " - Qual é o pernil?"

MÃE: " - A embalagem maior que tiver no freezer."

A filha excelente fisioterapeuta, mas indiferente ao mundo da cozinha, resolve fazer o

“tal pernil”, que a mãe tinha pedido que fizesse. Estranhou o cheiro forte que exalava

do “tal pernil”, lavou bastante, com muito limão, porém achou que ainda assim o chei-

ro era forte. Resolveu temperá-lo, e colocá-lo para assar. O curioso é que horas de forno

e a carne ainda apresentava resistência, ou seja, estava dura, amassava até a faca, quan-

do espetada. Até que resolveu tirar do forno, arrumar em bandeja, e claro como todo e bom

pernil, decorá-lo com frutas com a ajuda da irmã, nutricionista competentíssima, diga-se

de passagem. 

Assim que o pai chegou em casa, foi convidado por elas, para ver o “tal pernil”. Seu pai teve

uma crise de risos, ao vê-lo. Algumas horas depois, chega a mãe,e o pai resolve convidá-la a

ver um amigo visitante, dizendo a seguinte frase: " - Querida venha ver um ilustre visitante

do semi-árido baiano!"

A mãe em estado de choque retrucou na hora: " - Vocês assaram um BODE, em vez de pernil!"

E o pior nesta hora, é que a mãe, queria que as filhas fossem no supermercado mais próximo

comprar galinha assada, para a fatídica ceia de Natal! Por sorte, uma das irmãs, havia assa-

do também um tender e elas não pagaram o mico, de ter que ir atrás da galinha assada.

Como diz o adágio popular: "Cada macaco no seu galho, ou seja, fisioterapeuta,nutricionista,

cozinheiro... "

O Bode que virou Peru de Natal!!!! Rindo a toa Legal



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h21
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Calzone de Carne

Ingredientes da massa:

3 e ½ xícaras (de chá) de farinha de trigo
1 tablete de fermento biológico
½ xícara (de chá) de nata
½ xícara (de chá) de óleo
¼ xícara (de chá) de água morna
½ xícara (de chá) de leite
1 pitada de sal

Ingredientes do recheio:

500 gramas de carne moída
2 colheres (de sopa) de óleo
1 dente de alho picadinho
1 cebola picadinha
½ pimentão vermelho cortado em cubinhos
1 colher (de sopa) de farinha de trigo
Sal à gosto
Pimenta-do-reino à gosto
Salsinha picada à gosto

Modo de preparo:

Preparando o recheio Em uma panela aqueça o óleo e frite a carne até secar.

Junte a cebola, o pimentão, o alho, o sal, a pimenta e a farinha de trigo. Refogue,

mexendo sempre,  até o pimentão ficar macio. Junte a salsinha e deixe esfriar.

Preparando a massa – Em uma tigela, dissolva o fermento na água morna. Misture

a nata, o sal, o óleo, o leite e, aos poucos, a farinha de trigo. Trabalhe a massa até

que ela desgrude das mãos. Cubra-a e, deixe-a descansar até dobrar de volume.

Abra a massa no formato de calzone (círculos), recheie e feche os calzones. Coloque

os calzones em asadeira untada com óleo e asse em forno preaquecido a 200ºC  por

aproximadamente 40 minutos ou até dourar.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 00h56
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Bolo de Carne e Acelga

Ingredientes:

600 g de carne bovina moída
1 cebola picada 
3 colheres (sopa) de cheiro-verde picado 
4 colheres (sopa) de margarina
1 ovo 
sal e pimenta-do-reino a gosto
2 colheres (sopa) de massa de tomate
1 lata de seleta de legumes escorrida 
8 folhas grandes de acelga sem a parte grossa 

Modo de Preparo: 

Misture a carne, a cebola, o cheiro-verde, metade da margarina, o ovo, sal e pimenta-do-reino.

Amasse até obter uma mistura homogênea. Reserve.

Refogue a outra metade da margarina, a massa de tomate e a seleta. Reserve.

Unte com margarina um refratário redondo e fundo com 20 cm de diâmetro.

Forre o fundo e as laterais com 5 folhas de acelga. Reserve 3 folhas.

Coloque a metade da mistura de carne, a metade da seleta refogada e o

restante da carne. Pressione com uma colher.

Cubra com o restante das folhas e leve ao forno preaquecido a temperatura

média (180 graus) e asse por cerca de 30 minutos.

Desenforme e cubra com o restante da seleta refogada. Sirva em seguida.

Dica: Se a acelga e a carne liberarem muito líquido durante o cozimento, retire o

excesso antes de desenformar o bolo.




Escrito por Colecionadora de Receitas às 00h50
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SEGREDINHOS DA COZINHA

 

Carnes

 1.

Para que um assado fique dourado, pincele com molho de soja antes de levar ao forno.

2.

Quando você for fazer bolinhos de carnes e não tiver ovos, substitua por batata cozida

amassada. Cada ovo deve ser substituído por uma batata.

3.

Para maior garantia ao comprar carne moída, não compre a que já estiver no balcão.

Mande moer a carne na hora.

4.

Nunca compre carne em açougue que tenha luz vermelha, pois com essa luz você não

poderá perceber se a carne é fresca ou não.

5.

Os bifes não ficarão duros nem formarão água se você não temperá-los com vinagre

ou limão.

6.

Para dar uma cor dourada aos bifes, coloque na hora da fritura uma colher de sobre-

mesa de massa de tomate.

7.

Quando você fizer um assado, coloque junto no forno uma vasilha refratária cheia

de água para evitar que a carne resseque.

8.

Os bifes douram mais rápido se você colocar uma pitada de açúcar no óleo de fritura.

9.

Para tirar o cheiro e a cor escura de carnes, principalmente congeladas, é só deixar

de molho no suco de limão antes de preparar.

10.

O bife à milanesa ficará mais gostoso se você misturar a farinha de rosca com um pou-

co de manjericão picado e alguns dentes de alho, picados e amassados.

11.

O bife ficará mais macio se você juntar ao tempero um pouco de óleo.

12.

Deixe a carne assada ou o rosbife descansando por quinze minutos sobre uma tábua,

após o cozimento. Isso facilita o corte e diminui a perda de suco.

13.

Antes de fazer churrasco, deixe a carne por algum tempo num molho com sal grosso,

Coca-Cola e caldo de laranja e de limão. O churrasco ficará mais macio e gostoso.

14.

Na hora de fazer churrasco, em vez de usar gravetos ou jornais, embeba um pãozinho

em álcool, coloque o carvão por cima e acenda o fogo.

15.

Ao preparar bifes à milanesa, tempere a carne, passe na farinha de trigo, depois em

claras batidas e na farinha de rosca. A clara não deixa o óleo espumar.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 21h34
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SEGREDINHOS DA COZINHA

Arroz

1. Lave o arroz e refogue. Coloque água fervente e deixe ferver por cinco minutos.

 

Desligue o fogo, enrole a panela com folhas de jornal e em seguida amarre com

uma toalha. Deixe a panela assim durante quinze minutos. Ao abrir, o arroz es-

tará cozido e quente.

2.

Se você esquecer-se de colocar sal no arroz e ele já estiver cozido, misture a

quantidade de sal para aquela porção em um copo de água e jogue por cima

do arroz. Leve a panela de volta ao fogo até secar.

3.

Para saber se a água do arroz que está cozinhando já secou, basta apagar o

fogo, molhar o dedo e bater no lado de fora da panela, como se faz com o fer-

ro de passar roupa. Se a panela estalar, significa que a água já secou - se não

estalar, o arroz ainda tem água.

4.

Você pode preparar uma porção de arroz para vários dias, refogando o com

bastante óleo, alho amassado e sal, até soltar da panela. Depois, guarde o ar-

roz na geladeira num recipiente de plástico ou de vidro tampado. Retire da ge-

ladeira só a quantidade que você vai usar e cozinhe normalmente.

5.

Depois que o arroz estiver pronto, faça um furo com um garfo e coloque dentro

uma colher de sopa de vinagre. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por mais dois mi-

nutos. O arroz ficará mais soltinho.

6.

Coloque o arroz amanhecido numa panela com um pouco de água, mexa, tampe

e leve ao fogo baixo. Depois de alguns minutos ele ficará soltinho e saboroso co-

mo o arroz feito no dia.

7.

Se o arroz queimar, coloque imediatamente a panela ainda quente e com vapor

dentro de um recipiente com água fria. Após alguns minutos o cheiro de queima-

do desaparecerá. Tire o arroz da panela sem raspar o fundo que queimou.

8.

Para um rápido cozimento, faça o arroz na panela de pressão. Quando a panela

começar a chiar, deixe no fogo por dois minutos. Espere esfriar um pouco para abrir.

9.

Se você pôs muito óleo para refogar o arroz, coloque a água para cozinhar junto com

algumas folhas de alface por cima. As folhas de alface absorverão o excesso de óleo.

10.

Para esquentar o arroz já cozido, basta colocá-lo num escorredor de macarrão e levar

ao fogo dentro de uma panela com três ou quatro dedos de água. Deixe a água da pane-

la ferver durante alguns minutos para que o arroz fique quente e soltinho.

11.

Você pode também colocar a panela de arroz queimado, destampada, em cima de uma

toalha molhada. O cheiro e o gosto de queimado desaparecerão.

12.

Para desgrudar restos de arroz do fundo da panela, coloque um pouco de água e vinagre

e deixe ferver. O arroz sairá facilmente.

13.

Para tirar o excesso de umidade do arroz guardado em lata, é só colocar uma fatia de pão

seco dentro. O pão deixa o arroz seco e soltinho.

14.

O cheiro e o gosto de queimado sairão facilmente se você enfiar no arroz uma cebola cor-

tada ao meio.

15.

Para tirar o cheiro do arroz queimado, basta colocar algumas fatias de pão de fôrma por

cima e tampar a panela por alguns minutos.

16.

Você pode tirar o gosto do arroz queimado se puser um pouco do arroz da panela em cima

da pia e em seguida colocar a panela do arroz em cima do arroz tirado. Deixando assim por

cinco minutos, o gosto de queimado sairá facilmente.

17.

Você pode dar um sabor muito especial ao risoto se colocar um pouco de cravo-da-índia no

tempero.

18.

Cozinhe o arroz sempre com a panela tampada. Assim ele não perde nem o sabor nem a

consistência.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 21h23
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Carne Moída com Quiabo

Ingredientes:

½ quilo de quiabo cortado em rodelinhas
½ lata de molho de tomate refogado
1 cebola cortada em cubinhos
2 tomates cortados em cubinhos
sal e pimenta do reino a gosto
6 dentes de alho espremidos
1 tablete de caldo de carne
salsa e cebolinha picadinhos
1 quilo de carne moída
óleo

Modo de Preparo:


Refogar a carne no óleo onde o alho já foi dourado, acrescentar o

tablete de caldo de carne e deixar a carne cozinhar, soltando-a

sempre até secar o caldo. Acrescentar a cebola e os tomates em

cubinhos, a salsa e cebolinha e o molho de tomates. Provar o

tempero acrescentando sal e pimenta do reino a gosto e se ne-

cessário e reservar. Em outra panela refogar o quiabo no óleo

com sal e alho juntando ½ xícara de água e 3 colheres (sopa)

de vinagre e abafar. Somente sacudir a panela sem mexer para

não dar baba. Após o quiabo estar cozido misturar à carne moí-

da. Obs: servir com angu e arroz branco.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 20h22
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Carne Moída com Batatas

Ingredientes:

2 colheres de óleo
300 gramas de carne de primeira moída
1 cubo de caldo de galinha ou de carne
5 batatas médias cortadas em cubo
3 tomates maduros picados
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
Pimenta do reino
Salsa picada

Modo de Preparo:


Fritar a carne moída no óleo, mexendo sempre. Depois de frita a carne,

acrescentar a cebola e o alho e deixar dourar. Colocar os tomates, a sal-

sa a pimenta e o cubo de caldo. Acrescentar ½ xícara (chá) de água. As-

sim que começar a ferver, deixar mais 2 minutos e colocar as batatas.

Tampar e deixar em fogo baixo até que as batatas fiquem macias.

3 porções.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h46
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Refogado Carne Moída Coberto Com

Molho Branco e Batata Palha

Ingredientes:

Para Refogado:

2 colheres de sopa de oleo
3 colheres de sopa de bacon picado
1 cebola picada
2 dentes de alho amassados
400g de carne moída
2 tomates médios, sem pele, picados
1/2 xícara de chá de água
sal e pimenta do reino a gosto

Para o Molho Branco:


3 colheres de sopa de margarina ou manteiga
4 colheres de sopa de farinha de trigo
2 xícaras de chá de leite (aproximadamente 480ml)
1 colher de sopa de queijo parmersão ralado
sal e noz moscada a gosto
1 pacote de batata palha (aproximadamente 100g)

 Modo de Preparo:

Para o Refogado:
Numa panela, em fogo baixo, aqueça o oleo e doure levemente o bacon. Junte a cebola e o
alho, refogue ate murchar. aumente o fogo, acrescente a carne moída e continue refogando
até ficar soltinha. junte o tamte e refogue rapidamente. adicione água e tempere com sal e
pimenta do reino a gosto. tampe a panela, abaixe o fogoe cozinhe por volta de 5 minutos ou
até o tomate começar a desmanchar.

Para o Molho Branco:
numa panela aqueça a margarina, junte a farinha e misture bem até obter uma pasta. retire
do fogo e acrescente aos poucos o leite, mexendo sempre. cozinhe em fogo brando, mexendo
sempre até obter um molho incorpado. junte o queijo e tempere com sal e noz moscada a
gosto.

Para a Montagem:
Num refratário médio baixo, com cerca de 20x30cm, distrinua o refogado de carne, cubra com
o molho branco e a batata palha. leve ao forno médio, 180 graus, pré-aquecido, por cerca
de 15 minutos ou até aquecer a preparação.
		


Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h31
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Carne moída assada

 Ingredientes:

. 500 g de carne moída
. 1 ovo
. 1/2 xícara (chá) de azeitona verde picada
. Sal e pimenta a gosto
. Salsa picada a gosto
. 1 colher (sopa) de farinha de rosca

Acompanhamento:


. 2 cebolas roxas cortadas em rodelas finas
. Sal a gosto
. 4 colheres (sopa) de azeite
. 2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
. Salsa a gosto

Modo de Preparo:

Aqueça o forno a 200ºC. Em um recipiente ponha a carne, o ovo,

a azeitona, sal, pimenta, salsa, a farinha de rosca e misture bem.

Espalhe a carne em um refratário untado com óleo e leve para as-

sar durante 30 minutos. Tempere a cebola com sal, o azeite e o vi-

nagre balsâmico. Polvilhe salsa e sirva com a carne.

Dicas:

Deixe a cebola gelar por dez minutos. Seus olhos não ficarão irri-

tados ao cortá-la.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h04
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Bolo de Batata com carne moída

Ingredientes:

1 kg de batata cozida

Sal a gosto

2 colheres de margarina

3 colheres de maizena

1 xícara de leite

3 gemas

3 claras

Recheio:

 

Sal

Alho

Cebola

1 kg de carne moída

Milho e ervilha

4 colheres de massa de tomate

Azeite

1 xícara de água

Queijo ralado

 

Modo de Fazer:

 

Para o recheio:

Soque o alho e coloque para dourar no azeite juntamente com a cebola. Deixe ficar bem douradinho.

Acrescente a água, o caldo de carne, o sal e a massa de tomate. Acrescente a carne moída e deixe cozinhar,

não deixe ficar caldinho quando a carne estiver pronta, ela tem q ficar sequinha.

Para o purê:

Passe a batata ainda quente pelo espremedor. Aqueça o leite e disssolva a maizena nele.

Acrescente à batata espremida: as gemas, a margarina, o leite com a maizena dissolvida.

Bata as claras em neve e acrescente. Leve a mistura ao fogo médio e mexa sem parar por 6 minutos

Tire o purê do fogo.

Montagem do bolo:


Unte um refratário médio com um pouquinho de margarina. Coloque metade do purê que vc acaba de tirar do fogo, mas

Não coloque uma camada muito fina. Coloque a carne moída. Polvilhe queijo ralado por cima. Leve ao forno médio por 30 minutos

Está pronto.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h57
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Carne moída a parmegiana

Ingredientes:

1 kg carne moída

2 cebolas picadas

2 tomates picados

Sal a gosto

Cebolinha verde

Salsinha

óleo

Orégano

2 ovos

Farinha de rosca

Queijo mussarela

 

Modo de Preparo:

Despeje numa tigela a carne moída, o sal, a cebola, o tomate,

a salsinha e a cebolinha verde e mexa bem. Faça bifes e passe

cada um no ovo e farinha de rosca e frite. Depois dos bifinhos

fritos coloque numa travessa que possa ir ao forno com o queijo

por cima. Por último faça um molho com cebola, tomate e massa

de tomate e despeje por cima do queijo, e a gosto o orégano.

Ponha no forno para derreter o queijinho.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h43
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Arroz de Forno

Ingredientes:

500g de carne bovina moída
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
1 colher (chá) de mostarda
3 colheres (sopa) de óleo
sal e pimenta do reino
2 xícaras de arroz cozido
1 xícara de leite
fatias de pão (pão de forma)
6 colheres (sopa) de maionese
1/2 xícara de azeitonas verdes picadas
1 xícara de queijo mussarela ralado
1/2 xícara de queijo parmesão ralado

Modo de fazer:

Numa panela coloque o óleo, frite a cebola, depois o alho,

junte a carne e frite até dourar, adicione a mostarda, a pi-

menta, o sal, misture e reserve. Unte uma forma (com pou-

co óleo), coloque a metade do arroz, cubra com a metade da

carne. Amoleça o pão no leite e coloque sobre a carne, espalhe

a maionese, distribua as azeitonas e faça mais uma camada

com o restante do arroz, termine com  carne, a mussarela e o

parmesão. Asse em forno pré-aquecido (200° C) por uns 20 mi-

nutos ou até gratinar.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h38
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Spaghetti com Almôndegas

 

Ingredientes:

500g de massa spaghetti
500g de carne moída
3 fatias de pão de fôrma sem casca
1/4 de xícara de leite
50 g de bacon moído
1 ovo
2 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 1/2 colher (sopa) de suco de limão taiti
1/2 colher (chá) de noz-moscada ralada
sal e pimenta-do-reino
1 xícara de farinha de trigo
óleo para fritar
para o molho de tomate
1 lata de tomate pelado
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 dentes de alho amassados
4 xícaras de água
sal e pimenta-do-reino

Modo de fazer:

Numa tigela pequena coloque o pão e o leite, reserve. Numa tigela

grande misture a carne, o ovo, o bacon, o parmesão, a manteiga, o

suco do limão, o sal, a pimenta e a noz-moscada. reserve. Elimine o

excesso do leite e junte o pão à carne, amasse, separe pequenos peda-

ços e faça bolas, passe na farinha, frite em óleo quente até ficarem

marrom, escorra, reserve. Numa panela, aqueça o azeite, frite o alho 

rapidamente, adicione os tomates, o caldo da lata e cozinhe até come-

çarem a desmanchar, adicione o sal, a pimenta, a água, diminua o fogo,

junte as almôndegas e cozinhe até o molho engrossar. Cozinhe, escorra a

massa e sirva com o molho e as almôndegas.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 20h00
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Bolo de Carne

Ingredientes:

500g de carne bovina moída
1 ovo
3/4 xícara de leite
1/4 xícara de cebola bem picada
2 colheres (sopa) de salsa
1/2 xícara de migalhas de pão
uma boa pitada de noz moscada
sal e pimenta do reino
1/4 xícara de catchup
2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (sopa) de mostarda

Modo de fazer:

Numa tigela coloque o pão de molho no leite, reserve. Em outra tigela

misture a carne, o ovo, a cebola, a salsa, a noz moscada, a pimenta e

o sal, adicione o pão (amasse para retirar o excesso do leite) e mistu-

re bem. Coloque em uma fôrma pequena e alta e asse em forno médio

(200° C) pré-aquecido por 40 minutos (se for necessário retire o exces-

so de líquido da fôrma),  coloque sobre o bolo a cobertura e asse por

mais 10 minutos. Para a cobertura misture o catchup, o açúcar e a

mostarda.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h51
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Berinjela recheada com Carne Moída
  
Ingredientes:


400 g de carne moída
1 beringela

1 cebola
1 dente de alho
1 lata pequena de cogumelos laminados
Vinho branco
Azeite
Sal
Pimenta
Queijo ralado

Modo de Preparo: 

1. Comece por fazer um refogado no azeite com a cebola e o

    alho picados.

2. Tempere a carne com sal e pimenta.

3. Abra a beringela ao meio e retire o recheio com um colher

    (optei por não aproveitar).

4. Tempere com sal o interior das carcaças da beringela.

5. Quando a cebola estiver lourinha adicione a carne e os co-

     gumelos, deixe cozinhar um pouco e regue com vinho branco.

6. Deixe ao lume até a carne estar cozinhada, destapado que é para o molho ir secando.
7. Recheie as carcaças da beringela com a carne.

 

8. Polvilhe com bastante queijo ralado, coloque numa forma (porque vão largar algum

    molho) e leve ao forno até o queijo estar derretido e dourado.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h40
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Hamburguer Acebolado

Ingredientes:

500g de carne bovina moída
5 pães de hamburguer
5 fatias de queijo cheddar
4 cebolas médias cortadas em rodelas
2 colheres (sopa) de manteiga
1 colher (sopa) de molho de soja
sal e pimenta do reino

Modo de fazer:

Numa tigela coloque a carne, tempere com o sal e a pimenta,

faça 5 bolas e modele como hamburguer, frite com pouco óleo

dos 2 lados, reserve. Na mesma panela dos hamburguers, colo-

que as cebolas, o molho de soja e frite até as cebolas ficarem ma-

cias e douradas. Corte o pão, coloque a carne, o queijo, as cebolas

e a outra metade do pão. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h15
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Rocambole de Carne Moída

Ingredientes:

1 kg de carne bovina moída
1 ovo
1/2 xícara de farinha de rosca
1 xícara de vagem cozida e picada
1/2 xícara de cenoura cozida e picada
6 fatias de bacon
1/3 xícara de queijo parmesão ralado
2 ovos cozidos e picados
2 colheres (sopa) de salsa picada
sal e pimenta do reino

Modo de fazer:

Numa tigela grande coloque a carne, o ovo, a farinha, misture,

adicione a salsa, o sal e a pimenta. Numa superfície plana e so-

bre papel alumínio, espalhe a carne, coloque no centro a vagem,

a cenoura, os ovos, o bacon, polvilhe o parmesão, enrole bem e

asse em forno pré-aquecido por uns 30 minutos, retire o papel

alumínio e volte ao forno para dourar. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h01
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Burritos de Carne com Chili

Ingredientes:

12 tortilhas prontas
1 kg de alcatra moída
3 colheres (sopa) de óleo
1 colher (sopa) de orégano
1 folha de louro
1 colher (chá) de cominho
1 colher (chá) de tomilho
1 xícara de leite
1 tomate grande cortado em cubos pequenos
4 folhas de alface cortadas em tiras
1 cebola pequena picada
2 xícaras de feijão com chili

Modo de fazer:

Numa panela grande coloque o óleo, frite a carne, adicione o orégano,

o louro, o cominho, o tomilho, o sal, misture, junte o leite e cozinhe sem

parar de mexer até o leite reduzir. Numa frigideira antiaderente aqueça

a tortilha até dourar, retire do fogo, coloque a carne, um pouco do feijão

com chili, do tomate, da cebola e do alface, dobre ao meio ou enrole como

panqueca. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h47
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Farfalle com Almôndegas e Pesto Genovês

Ingredientes:

500g de massa farfalle
1 xícara de pesto genovês
500g de carne moída
3 fatias de pão de fôrma sem casca
1/4 de xícara de leite
1 ovo
2 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 1/2 colher (sopa) de suco de limão taiti
1/2 colher (chá) de noz-moscada ralada
sal e pimenta-do-reino
1 xícara de farinha de trigo
óleo para fritar

Modo de fazer:

Numa tigela pequena coloque o pão e o leite, reserve. Numa tigela

grande misture a carne, o ovo, o parmesão, a manteiga, o suco do

limão, o sal, a pimenta e a noz-moscada. reserve. Elimine o excesso

do leite e junte o pão à carne, amasse, separe pequenos pedaços e

faça bolas, passe na farinha, frite em óleo quente, escorra e coloque

sobre toalhas de papel. Cozinhe, escorra a massa e coloque junto

com as almôndegas numa panela grande, leve ao fogo, adicione o

pesto e misture. Sirva em seguida.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h41
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Churrasco de Pinhão no Forno

Este prato também pode ser assado em uma grelha na brasa.

Ingredientes:

500g de carne moída
500g de carne de porco moída
4 xícaras de pinhão cozido e moído
1 cebola grande bem picada
2 dentes de alho
sal e pimenta-do-reino

Modo de fazer:

Numa tigela grande misture todos os ingredientes, coloque numa fôrma

untada e asse em forno pré-aquecido (250ºC) por uns 40 minutos. Sirva

quente. Usei o liquidificador para moer o pinhão.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h38
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Quibe de Carne

Ingredientes:

1kg de carne moída
500g de farinha de trigo para quibe
3 xícaras de água quente
2 cebolas médias bem picadas
hortelã picada a gosto
sal e pimenta síria
óleo para fritar

Modo de fazer:

Coloque o trigo numa tigela grande, adicione a água, reserve por

no mínimo 10 minutos e retire o excesso da água. Numa outra tige-

la misture a carne com a cebola, a hortelã, o sal e a pimenta, junte

o trigo, modele, frite em óleo quente, escorra e coloque sobre toalhas

de papel. Sirva quente. Pode ser acompanhado de limão taiti e molho

de gergelim.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h32
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Polenta com Molho de Carne Moída

Ingredientes:

4 xícaras de farinha de milho
4 xícaras de água
4 xícaras de caldo de carne
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
para o molho
500g de carne moída
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
3 colheres de extrato de tomate
2 colheres (chá) de manjerona
2 xícaras de água
sal e pimenta-do-reino
queijo parmesão ralado para polvilhar

Modo de fazer:

Numa tigela misture a farinha com 4 xícaras de água. Numa panela

coloque o caldo, quando ferver, junte a farinha e com uma colher de

pau, mexa sem parar até ferver e cozinhar por mais uns 5 minutos,

retire do fogo, coloque na fôrma que vai ao forno e cuide para que

fique bem lisa. Para o molho, numa panela coloque o azeite, frite a

cebola, depois o alho, em seguida a carne, quando dourar, junte o

extrato de tomate, a manjerona, o sal, a pimenta, misture, coloque

a água e cozinhe até o molho engrossar. Cubra a polenta com o mo-

lho, polvilhe o parmesão e asse em forno pré-aquecido (180ºC) até

gratinar.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h28
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Hamburguer com Bacon, Cream-Cheese e Cebolinha

Um lanche fácil e rápido.

Ingredientes:

4 pães de hambúrguer
4 colheres (sopa) bem cheias de cream cheese
4 colheres (sopa) de cebolinha
8 fatias de bacon
para o bife
5oog de carne moída
1 cebola roxa pequena picada
2 colheres (sopa) de cebolinha picada
sal e pimenta-do-reino

Modo de fazer:

Numa tigela misture a carne, a cebolinha, a cebola, o sal e a pimenta,

modele, frite numa panela bem quente com um pouco de óleo ou grelhe, 

também grelhe ou frite o bacon. Numa outra tigela misture o cream cheese,

a cebolinha e um pouco de sal, reserve. Corte o pão ao meio, coloque o bacon,

depois o bife, cubra com o cream cheese e por último a outra metade do pão.

Sirva em seguida.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h22
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Bolo de Carne com Maionese

Fácil, rápido e as crianças adoram.

Ingredientes:

1 kg de carne moída
1 pacote (68g) de sopa de cebola
8 colheres (sopa) de maionese
4 colheres (sopa) de cebolinha picada
queijo parmesão ralado para polvilhar
sal e pimenta-do-reino

Modo de fazer:

Misture a carne com a sopa de cebola, a cebolinha, o sal e a pimenta,

coloque numa fôrma untada, cubra com a maionese e por último pol-

vilhe o parmesão, asse em forno pré-aquecido (180ºC) por uns 30 mi-

nutos. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h18
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Bolo de Carne com Mussarela

Ingredientes:

1 kg de carne moída
2 xícaras de pão picado
1/2 xícara de leite
1 cebola  média ralada
2 ovos
1 colher (sopa) de orégano
2 xícaras de queijo mussarela ralado
1 tomate médio cortado em rodelas
sal e pimenta-do-reino

Modo de fazer:

Numa tigela grande misture a carne com o pão, junte o leite, a cebola,

os ovos, a pimenta e o orégano, misture novamente e numa fôrma colo-

que metade da carne, cubra com a metade da mussarela e termine com

o restante da carne, asse em forno pré-aquecido (180ºC) por uns 30 mi-

nutos, retire do forno, cubra com o restante da mussarela, espalhe as fa-

tias de tomate e leve novamente ao forno para gratinar. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h13
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Almondegas com Molho Escuro

Ingredientes:

500g de carne moída
1/2 xícara de farinha de pão (farinha de rosca)
1 colher (sopa) de manteiga
1 ovo
noz moscada a gosto
1 colher (sopa) de suco de limão
sal e pimenta-do-reino
1/4 xícara de farinha de trigo
para o molho
2 cebolas médias picadas
1 colher (sopa) de óleo
1 colher (sopa) de molho de soja
1 xícara de vinho tinto seco
3 xícaras de caldo de carne
1 colher (sopa) de molho inglês tipo worcestershire
2 colheres (sopa) de farinha de trigo dissolvida em 1/2 xícara de água

Modo de fazer:

Numa tigela grande coloque a carne, o ovo, a farinha de pão, a manteiga,

o suco do limão, a noz moscada, o sal, a pimenta, misture, faça bolas, pas-

se pela farinha, frite em óleo quente, escorra e reserve. Para o molho, numa

panela grande coloque o óleo, frite a cebola até dourar, adicione o molho de

soja e continue fritando até fcar marrom, coloque o vinho, espere reduzir, adi-

cione o caldo, o molho inglês, misture, junte as almôndegas, cozinhe até o mo-

lho reduzir pela metade, coloque a farinha dissolvida na água, misture e conti-

nue cozinhando até o molho engrossar. Sirva quente



Escrito por Colecionadora de Receitas às 23h08
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Fácil e as crianças adoram.

Bife de Hamburguer com Mussarela e

Molho de Tomate no Forno

Ingredientes:

 

1kg de carne moída
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
8 fatias de queijo mussarela
2 xícaras de molho de tomate
sal e pimenta-do-reino

Modo de fazer:

Tempere a carne com o sal, a pimenta e o azeite, molde 8 bifes, frite rapidamente em uma panela quente até dourar dos 2 lados (usei o grill elétrico), coloque na fôrma que vai ao forno, cubra com a mussarela, adicione o molho e leve ao forno pré-aquecido (250ºC) por uns 20 minutos. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 22h43
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Fácil e as crianças adoram.

Sanduíche de Forno com Recheio de Carne Moída

Ingredientes:

4 pães tipo francês
3 xícaras de recheio de carne moída
1/2 xícara de leite
4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado ou
de farinha de pão (farinha de rosca)

Modo de fazer:

Corte os pães ao meio no sentido horizontal, retire um pouco do miolo, depois molhe

com o leite, coloque o recheio, a outra metade do pão, polvilhe com o parmesão ou a

farinha e asse em forno pré-aquecido (200ºC) por uns 15 minutos ou até o pão dourar

e ficar crocante. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 22h36
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A HISTÓRIA DO HAMBURGUER III

Foi nessa época que o cartunista americano Elzie Segar (1894-1938) acrescentou

mais um personagem a suas tiras do Popeye, o marinheiro que gostava de espina-

fre. J. Wellington Wimpy - Pimpão, no Brasil - ficou famoso pelo seu insaciável ape-

tite por hambúrgueres. Uma vez, Popeye ganhou 20 mil dólares apostando que Wim-

py não agüentaria dez minutos com um hambúrguer na mão sem comê-lo. O esfomea-

do personagem segurou-o por 9 minutos e 50 segundos. Em 1937, os irmãos Dick e Mau-

rice Mc Donald abriram um pequeno drive-in na cidade de San Bernardino na Califórna,

e revolucionaram o mundo do fast-food. Como todos os outros, eles serviam lanches rápi-

dos para clientes apressados. O drive-in era também o ponto de encontro dos adolescentes

da cidade. Por causa dessa clientela, os drive-ins eram identificados como focos de confu-

são que afugentavam as famílias de respeito. Para mudar essa imagem, em 1948, os irmãos

Mc Donald reformularam a loja. Sem garçonetes servindo no carro, a lanchonete perdeu par-

te do seu apelo para os adolescentes mas em compensação conquistou as famílias. Logo deze-

nas de pequenos empresários começavam a imitar o novo conceito de lanchonete.

A partir dos Estados Unidos, o hambúrguer conquistou o mundo. A rodela de uns 50 gramas de

carne moída entre duas metades de pão redondo, coberta ou não de queijo, acompanhada ou

não de alface e tomate, pode ser encontrada em lugares tão distantes entre si como a Austrália

e a Áustria, a Jamaica e o Japão. É impossível saber quantos hambúrgueres são consumidos to-

dos os dias no planeta, mas a rede McDonald's calculou os que saem de suas cozinhas. O resultado

é assombroso: 12.528.000 hambúrgueres cada vez que a Terra dá uma volta completa em redor de

seu eixo ou 145 por segundo.

As lanchonetes começaram a chegar ao Brasil em 1952, quando o tenista americano Robert Falkem-

burg fundou o primeiro Bob's em Copacabana, no Rio. Três anos mais tarde, o empresário Flávio Ga-

lante abria em São Paulo os seus Hot-Dogs, lanchonetes destinadas a atrair o público dos cinemas da

região da rua Augusta. Como no resto do mundo, também aqui o hambúrguer entrou para a linha de

montagem. Com um sistema de licenciamento que permite a proprietários de lojas usar uma marca

conhecida, desde que sigam os padrões de qualidade da firma original, algumas lanchonetes dispõem

até de computadores que programam o tempo de duração da fritura. De acordo com as regras do Depar-

tamento de Agricultura dos Estados Unidos, a carne de hambúrguer deve ser fresca, com até 30 por cen-

to de gordura.

Fonte: Superinteressante



Escrito por Colecionadora de Receitas às 22h15
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A HISTÓRIA DO HAMBURGUER II

O hamburger, de fato, deve a sua popularidade às características da

sociedade que o acolheu. A partir do início do século, as massas de tra-

balhadores americanos necessitavam de algum tipo de alimento rápido,

prático e barato e - adequado, em suma, ao ritmo da explosão industrial

do país.

Só faltava inventar uma fórmula para aproveitar esse mercado em expan-

são. Foi fácil. Antes ainda da Feira Mundial de Saint Louis, os americanos

já conheciam o carrinho de sorvetes e hot-dogs - a versão americana da sal-

sicha, também trazida por imigrantes alemães. Mas foi somente em 1921 que

surgiu a primeira cadeia de lanchonetes do país, chamada White Castle.

Vendia-se nelas um hambúrguer cozido no vapor e cheio de cebola. O prato

talvez não fosse especialmente apetitoso, mas seu preço com certeza era: 5

centavos de dólar. Pelo seu efeito laxativo, ganharam o apelido de "escorre-

gadores".

As pequenas lanchonetes da época de 20 eram apenas lugares onde os fregue-

ses sentavam ao balcão. Um ou dois funcionários faziam de tudo desde virar

os hambúrgueres na chapa até registrar as vendas. Muito diferentes foram os

drive-ins dos anos 30. Pátios de estacionamento grandes e de fácil acesso subs-

tituíram a pequena área de serviço na calçada, e garçonetes em tempo integral

serviam os esfomeados motoristas. A idéia prosperou - garçonetes até foram su-

bstituídas por moças sobre patins. Logo, os clientes faziam pedidos usando tele-

fones em carabinas nos estacionamentos.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 22h13
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A HISTÓRIA DO HAMBURGUER I

Origem do bife de carne moída e como se

espalhou rapidamente por todo o mundo

Levado aos Estados Unidos pelos imigrantes alemães do fim do século XIX,

o bife de carne moída logo conquistou o público americano. Depois, já sob

a forma de sanduíche, ganhou o mundo e virou um símbolo.

 O ano é 1904. Os Estados Unidos se transformam rapidamente na maior

potência industrial do planeta. O novo século promete paz e prosperida-

de para os americanos.

Esse clima de afluência e otimismo vai se refletir na feira mundial de Saint-

Louis, capital do Missouri, no meio-oeste do país. Ali, multidões tomam con-

tato pela primeira vez com uma iguaria que trinta anos mais tarde viria a ser

quase um verdadeiro sinônimo de Estados Unidos: o hambúrguer.

O hambúrguer descobriu a América na segunda metade do século XIX, trazido

pelas levas de imigrantes alemães embarcados no porto de Hamburgo, razão

pela qual seu primeiro nome no Novo Mundo foi hamburg steak. Era uma comi-

da rústica. Os primeiros a apreciá-la nos Estados Unidos foram os marinheiros

que aproveitavam a carne entre dois pedaços de pão para mastigar algo enquan-

to trabalhavam. Suas origens, no entanto, podem ser encontradas no passado re-

moto. Durante os séculos XII e XIII, a Europa conheceu as invasões dos chamados

mongóis. Na verdade, entre os povos que se agrupavam sob essa denomina-ção es-

tavam os tártaros, tribos nômades guerreiras que habitavam as estepes russas. Os

tártaros introduziram na Europa a técnica de moer a carne dura e de má qualidade

para torná-la mais digerível. Diz a lenda que os cavaleiros tártaros costumavam le-

var a carne crua embaixo da sela quando galopavam em suas incursões guerreiras.

Na hora de comer, o bife tártaro já tinha se torna-do uma pasta. O que se sabe com

certeza  é que os tártaros foram os que apresentaram o hambúrguer aos hamburgue-

ses. Esses ficaram com a fama de terem sido dos do futuro sanduíche. "Dize-me o que

comes e te direi quem és", escreveu em 1826 o gastrônomo francês Antoine Brillat-Sa-

varin (1755-1826).



Escrito por Colecionadora de Receitas às 22h11
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RECEITAS COM CARNE MOÍDA

Panqueca Integral com Recheio de Carne,

Abobrinha Italiana e Pimentão

Ingredientes:

2 xícaras de farinha de trigo integral
2 ovos
2 xícaras de leite
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
sal
para o recheio
500g de carne moída
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 abobrinha italiana média picada
1 pimentão pequeno vermelho picado
1 cebola média picada
sal e pimenta-do-reino

Modo de fazer:

Numa panela coloque o azeite, frite a cebola, depois a carne até dourar, junte a abobrinha, o pimentão, a pimenta, o sal, misture e cozinhe até secar, reserve. Para as panquecas, bata no liquidificador todos os ingredientes até ficar homogêneo. Numa frigideira antiaderente, coloque um pouco de óleo, derrame a massa (a quantidade vai depender do tamanho da frigideira), frite de um lado até dourar e vire para fritar do outro, retire do fogo, recheie, enrole, mantenha aquecido até enrolar todas. Servi com o molho de tomate e ricota. Sirva quente.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 22h07
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ARROZ COM POLVO

INGREDIENTES:

2 e ½ xícaras (chá) de arroz lavado
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (café) de páprica doce
1 pimentão vermelho sem sementes e cortado em quadradinhos
2 tomates, sem peles e sem sementes
1 cebola média picada
1 dente de alho amassado
1 batata grande
2 folhas de louro
2 quilos de polvo
sal à gosto

MODO DE PREPARO:


Primeiro, sovar bem o polvo com uma tábua de carne.

Dez a quinze vigorosas pancadas. Depois, lavar bem

em água corrente. Colocar uma panela grande com

água e sal no fogo forte. Quando começar a ferver,

espetar o polvo com um garfo e mergulhar na água

quente. Repetir esta operação de mergulhar e levan-

tar o polvo umas 4 ou 5 vezes. Depois, deixar o polvo

na panela e juntar a batata. Quando a batata estiver

cozida, o polvo deve estar pronto. Desligar o fogo e

deixar o polvo na água quente mais 30 minutos. Reti-

rar o polvo cozido, jogar a batata fora (pois ela foi usa-

da só como meio de saber quando o polvo está pronto).



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h31
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YAKISOBA COM BEE GEES



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CULINÁRIA JAPONESA



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CULINÁRIA JAPONESA

 

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 20h27
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CULINÁRIA JAPONESA

Temaki

1º passo - Complete metade de um nori (alga) com arroz. 

O nori você pode comprar em lojas especializadas

2º passo - Primeira camada crispi. A casquinha não dá sabor,

mas a sensação de degustar algo crocante é sensacional! Ela é

feita com a sobra da casquinha dos harumakis, ou rolinho pri-

mavera, como preferir

3º passo - Coloque uma camada de salmão bem picadinho.

A textura da foto se dá devido a presença do cream cheese

na mistura

4º passo - Nada de economizar no crispi! Mais uma camada...

5º passo – Parece complicado, mas nada como praticar.

Coloque a alga aberta na mão e enrole com cuidado.

Segundo o sushiman, o segredo é não exagerar no recheio

Hum... ficou com água na boca? Ataque de sushiman!

Só não esqueça de nos contar como foi a experiência.

 

Nada de sushis e sashimis. Os queridinhos dos festivais

de comida japonesa são os temakis. Não é a toa que no

Brasil, diferente de outros lugares do mundo, o temaki

ganhou restaurantes exclusivos só para ele.

Temaki nada mais é do que um tipo de sushi gigante, com

ingredientes e tamanhos diferenciados. É enrolado com as

mãos e sua forma é de cone. Para dar estrutura, coloca-se

arroz. Para dar sabor usamos, peixes, legumes, cream chesse,

morangos, siri... E o que mais sua imaginação mandar!  

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 20h07
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CULINÁRIA JAPONESA

Aprenda a preparar o Shimeji

Lave delicadamente o shimeji em cachos

Em seguida, separe-os pegando pela cabeça do cogumelo

e puxando, até que fiquem soltos

Pré-aqueça a panela. Coloque as duas colheres de manteiga.

Espere a manteiga derreter

Assim que estiver bem derretida, coloque todo o shimeji

Coloque as três colheres de água bem devagar

No início os cogumelos têm a aparência de estarem secos,

mas com o tempo soltam água

Mexa um pouco para auxiliar nesse processo de soltar a

água e depois secar novamente

Quando estiverem quase secos adicione a cebolinha

Mexa um pouco para que a cebolinha se misture com o shimeji

Agora, adicione o shoyu (você pode colocar um pouco mais,

ou menos de molho shoyu. Dessa forma é possível controlar

o sabor mais ou menos salgado do prato)

Mexa mais um pouco

Deixe cozinhar por aproximadamente um minuto até que

eles fiquem mais macios

Coloque em um recipiente

E está pronto para ser servido.

Quem nunca ouviu falar nessa espécie de cogumelo chamado shimeji,

não sabe o que está perdendo. Além de ser muito saboroso, esse alimen-

to, com valores nutricionais elevados e poucas calorias, é muito consu-

mido na China e no Japão e começa a ganhar destaque em terras brasi-

leiras.

Alguns estudos comprovaram que o shimeji é um dos alimentos mais in-

dicados para fazer parte de uma dieta funcional. Ele é rico em fibras e

vitaminas, auxilia no sistema imunológico e cardiovascular e ainda tem

ação antiinflamatória e antiviral. Além de todos esses benefícios alguns

cientistas afirmam que esse poderoso alimento previne também determi-

nados tipos de câncer.

O shimeji cresce em troncos de árvores em decomposição. Mas há quem

produza o cogumelo em maior escala dentro de estufas especiais. Fresco

ou em conserva, o shimeji pode ser encontrado em lojas especializadas em

produtos orientais, mercados municipais, feiras e alguns supermercados.

 

Ingredientes:

- 200g de shimeji fresco

- 2 colheres (sopa) de manteiga;

- 2 colheres (chá) de molho shoyu;

- 3 colheres (sopa) de água;

- Cebolinha picada a gosto.

 

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h49
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CULINÁRIA JAPONESA

Materá

Você vai precisar entre 07 e 8 sashimis de salmão para fazer o Materá

No restaurante, eles usam essa caixa de madeira para fazer o materá.

Em casa, você pode usar um pote de plástico. Passe o filme.

Coloque entre 7 e oito fatias de sashimis

Coloque uma camada de cream cheese bem caprichada

Coloque arroz sobre a cama da sashimi

Sobre o arroz, coloque uma camada de salmão picado

Coloque mais uma camada de arroz... e mais uma de salmão

Passe outra camada de filme sobre o peixe. Use uma madeira

para prensar o materá

Puxe o materá com a ajuda do filme. Ele vai ficar da maneira

que está a foto

Fatie o materá e sirva-o da maneira que achar melhor.

Uma opção, é colocar um pouco do molho tarê.

Desvendamos o segredo do prato mais quadrado do festival.

 

Existem alguns pratos da culinária japonesa que são muito conhecidos,

como o sashimi, o hot holl e os temakis. E existem outros que você nunca

lembra o nome quando quer pedir. É o caso do materá. Caso você seja um

frequentador de festivais já deve ter visto um quadrado desse pela sua mesa.

Trata-se de um prato constituído por salmão, cream cheese e arroz. A diferença

é que para fazê-lo o sushiman utiliza um caixinha de madeira. É ela quem dá a

forma quadradinha desse prato. O mais legal, é que você pode adaptar qualquer

pote retangular que você tenha na sua casa.

Agora que você já descobriu o nome desse quadradinho, o que está esperando para

colocar a mão na massa, ou melhor, no sushi, e partir para a cozinha? Veja nas fotos

acima o passo a passo de como montar este delicioso prato.

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h19
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CULINÁRIA JAPONESA XXXXIII

Dinamite Comestível 

Corte o salmão de forma que fique com medida aproximada

de 5cm x 18cm

O salmão que foi cortado do pedaço da barriga é novamente

cortado em quadradinhos

Após o corte, o salmão ficará desta forma

Salmão é colocado na esteira e coberto com uma pequena

camada de alga

O salmão, a alga e o arroz recebem o recheio de salmão

picado com cebolinha e cream cheese. Uma dica é substituir

o salmão pelo camarão

O salmão fecha todo o recheio e fica em formato de dinamite.

Agora, basta enrolá-lo no sudarê (esteira)

No sudarê, a dinamite ganha sua perfeita forma e aguarda

a próxima etapa

Após ser retirado do sudarê (esteira), o sushi aguarda

para ser cortado. Ele pode ser servido desta forma ou

frito com a ajuda de um maçarico. Acrescente gergelim

ou apenas cebolinha

A dinamite é cortada para ser servido

Agora é só aproveitar e degustar essa deliciosa dinamite no balcão.

“Prato bomba” é especialidade em restaurante de São Paulo.

Cada restaurante japonês trás algum tipo de especialidade e jeito próprio

de servir. Adaptá-los é uma forma de manter a clientela e agradar os mais

exigentes. Por isso, não tenha medo de arriscar, combinar e acrescentar

ingredientes da sua cozinha no seu prato. Essa é uma das partes mais di-

vertidas de ser sushiman!

Nós descobrimos um restaurante que, para agradar, inventou uma verda-

deira dinamite. Calma, não pretendemos explodir nada! Para não perder

uma cliente fiel - e que não gostava de alga - o sushiman do restaurante

Nori criou um prato sem ela. Por parecer um explosivo, o prato ganhou

o nome de dinamite.

Trata-se de uma especialidade produzida com salmão, por dentro e por

fora. “Usamos pouco arroz e o recheio é feito com salmão, cebolinha e

cream cheese”, explica Souza, há 17 anos na profissão. Nas fotos, o prato

foi feito com a alga, mas a ausência dela não muda o sabor.

“Vale ressaltar que a opção da alga é do cliente. O salmão também pode

ser substituído pelo atum e ser recheado com camarão ou outro ingredi-

ente”, explica o sushiman, que não diz seu primeiro nome. “Esse prato é

bastante pedido aqui no balcão”, garante. Aproveite e faça suas combi-

nações. Quem sabe você não virá o próximo sushiman?



Escrito por Colecionadora de Receitas às 18h58
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CULINÁRIA JAPONESA XXXXII

Saint Peter - fácil e saboroso

Para preparar essa entrada, você vai precisar da barriga

ou lombo do peixe Saint Peter...

...cebolinha, cebola roxa, pimenta-dedo-de-moça, azeite,

vinagre, limão, laranja e shoyo

Sobre o peixe, acrescente a cebola roxa bem picada

Agora é a vez da pimenta bem picadinha!

Para deixar com uma cor ainda mais bonita, coloque a cebolinha

Para finalizar, acrescente azeite, molho de limão, laranja,

vinagre e um pouco de shoyo.

 

Aprenda a fazer uma deliciosa entrada sem usar fritura.

 

Quem frequenta festivais japoneses há algum tempo, já está acostumado

com a pergunta do garçom: “vocês vão querer a entrada? Posso trazer guioza,

rolinho primavera e shimeji?”. Experimente essa entrada deliciosa e light -

Saint Peter. Pense nessa entrada fria para servir também como um aperitivo. 

 

Ingredientes:

a barriga ou lombo do peixe Saint Peter, cebolinha,

cebola roxa, pimenta-dedo-de-moça, azeite, vinagre,

limão, laranja e shoyo.

O peixe, caso você não encontre, pode ser substituído

pela tilápia.

 

Bom apetite!

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 18h26
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CULINÁRIA JAPONESA XXXXI

Banana com Saquê

Separe os ingredientes: 1 banana nanica,1 colher de sopa

de manteiga, ½ dose de saquê, um copo de suco de laranja,

uma pitada de canela, 1 colher de açúcar, sorvete de creme

Coloque a banana nanica já cortada no meio na frigideira

com a manteiga

Acrescente o saquê e comece a flambar. Muito cuidado

para não queimar a mão com o fogo!

Acrescente o suco de laranja e continue mexendo com cuidado

Coloque duas bolas de sorvete no prato

Acrescente as duas partes da banana nanica, uma de

cada lado das bolas de sorvete, e jogue a calda sobre elas

Acrescente a canela e sirva ainda quente

 

Será muito difícil resistir a essa sobremesa!

 

Mesmo que ela faça parte de um rodízio, não é nada fácil encarar

uma sobremesa dessa, depois de temakis, sushis e hot rolls. Mas,

se você tem aquela formiguinha de plantão, não vai conseguir

resistir a essa delícia.

Nenhuma fruta é mais brasileira que a banana. Assim como nen-

huma bebida alcoólica é mais japonesa do que o saquê. A ideia foi

unir o útil ao agradável e flambar a fruta com a bebida. O resulta-

do você pode conferir na sua casa. Por tanto, nada de exagerar nos

temakis! Essa banana vale um espaço na sua refeição.

 

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 18h09
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CULINÁRIA JAPONESA XXXX

Saiba fazer um sashimi especial

Corte a parte grossa do salmão em fatias

Coloque o azeite no prato e coloque as fatias cortadas

do salmão. Prepare-o para flambrar

 

Frite a parte de cima do salmão com auxílio de um maçarico

O lado contrário do peixe fica cru e ajuda a dar o sabor especial

Após fritar a parte de cima acrescente o gergelim, a cebolinha

e uma pitada do molho tarê.

 

Fácil e rápido, aprenda a fazer um Sashimi Tropical.

A culinária japonesa já comprovou que seu alimento é saboroso e

repleto de benefícios. Para os ‘frequentadores de plantão’, os restau-

rantes buscam alternativas para fidelizar o cliente que não resiste

ao peixe cru. Criar algo novo é uma maneira de não perder o cliente

e de ganhar novos frequentadores.

Foi o que fez o sushiman Edgar Junior, do japonês Ikebana.  Ele inven-

tou um prato chamado Sashimi Tropical. Trata-se de um sashimi que

leva, além do molho tarê e alguns condimentos, a ação de flambar. Assim,

ele não fica completamente cru, o que pode agradar quem ainda está ini-

ciando nessa culinária.

O prato leva salmão, azeite, cebolinha, gergelim

e molho tarê. A intenção surgiu principalmente

para aqueles clientes que ainda não comem peixe

cru. Como uma parte é frita e apenas a outra é crua

fica mais fácil a transição para a verdadeira culiná-

ria japonesa.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 17h51
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CULINÁRIA JAPONESA XXXIX

Urumaki com Couve

 

Enrole o arroz com gergelim na alga

Coloque sobre o arroz com gergelim uma folha de alga

Pegue o skin misturado com o cream cheese e coloque sobre a alga

Enrole os ingredientes na esteira

Retire o rolo da esteira e prepare para cortá-lo em pedaços redondos

Deixe os pedaços sobre um prato ou travessa

Acrescente a couve frita sobre o uramaki skin

Acrescente o molho tarê e enfeite com frutas. Para esse

prato, o sushiman escolheu o limão.

Urumaki com couve é aposta para agradar os mais resistentes.

Os números não mentem. Pesquisas recentes mostram que os restauran-

tes japoneses aumentam a cada dia no país, batendo inclusive as tradi-

cionais e (ex) imbatíveis churrascarias. Mas, mesmo com várias provas

de que a culinária japonesa é muito saudável, saborosa e de fácil diges-

tão, ela ainda sofre muita resistência dos que temem pelo peixe cru.

 

Por isso, os sushimans sempre elaboram algum prato que faça com que

o cliente comece a perder o medo da culinária de um povo milenar.

O acréscimo da couve frita deixa o prato muito crocante e saboroso.

Para quem quer provar, mãos – e couve - à obra!

Ingredientes:

arroz japonês, alga, skin, gergelim, cream

cheese, couve, molho tarê e limão.

 

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h52
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CULINÁRIA JAPONESA XXXVIII

Hot Roll - O enrolado empanado

Coloque a massa de rolinho primavera (pode ser de pastel!)

sobre um balcão ou recipiente plano

Corte o filé de salmão em diversas tiras

Coloque tiras de salmão sobre a massa

Acrescente o cream cheese sobre as tiras de salmão

Acrescente o shimeji sobre o cream cheese e o salmão

Enrole tudo de forma que vire um canudo

Após fritar, corte o canudo em duas partes

Corte cada parte em pequenas rodelas no formato hot holl

e coloque em um prato. Acrescente a cebolinha e o molho

tarê e sirva ainda quente.

 

Parece mentira, não é? Mas pode acreditar. Já inventaram até

um hot holl de shimeji. Nada mais justo. Afinal, seria loucura

resistir a dois dos mais queridos e admirados pratos da culiná-

ria japonesa.

 

O hot holl é famoso pelo seu sabor e o toque de molho tare, que

deixa esse prato docinho. Para quem ainda não encara peixe

cru, ele é ótima opção, pois é frito e a casquinha que o envolve

é bem crocante. É difícil não gostar.

 

Já o shimeji é o cogumelo mais saboroso dos festivais. Caso você

faça parte do time que não vai a um festival sem saborear esses

pratos não vai conseguir passar batido por esse hot holl de shimeji.

E o melhor: dá para fazer em casa

 

Ingredientes:

filé de Salmão, cream cheese, massa de rolinho primavera, cebolinha,

molho tarê e shimeji. 

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h33
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CULINÁRIA JAPONESA XXXVII

Hot Roll - O enrolado empanado

Os brasileiros adoram a culinária japonesa. Mais do que isso,

adoram adaptá-la. A principal adequação está relacionada

ao sabor. A culinária japonesa, em geral, tende a ser mais doce,

característica que precisou ser alterada para atender ao público

 brasileiro.

Em alguns casos, o modo de preparo também ajuda na aceitação.

Um exemplo disso é o hot roll, o enrolado empanado. A porção tor-

nou-se a mais vendida do cardápio dos principais restaurantes do

país.

E, muitas vezes, é este roll o responsável por apresentar a comida

japonesa aos iniciantes. Quem ainda sente resistência em comer o

peixe frio, mas sente vontade, começa com as versões quentes até o

paladar acostumar aos novos sabores. É o caso do tradicional roli-

nho de peixe, que na versão adaptada virou um empanado e ganhou

o nome de hot roll

Trata-se de um enrolado tradicional, composto por alga, arroz e sal-

mão. Alguns restaurantes fazem acompanhados por kani e/ou cream

cheese também. A diferença está na preparação, pois a alga é empa-

nada na massinha do tempurá, que vai para a frigideira.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h13
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CULINÁRIA JAPONESA XXXVI

Tofu - o queijo discreto e saudável

Pensa em um quadradinho branco, estranho e gelado. Pensou?

O nome dele é tofu. Trata-se do queijo de soja. Esse pequeno ali-

mento é alvo de muitos preconceitos, mas acrescentá-lo a alimen-

tação pode ser uma boa alternativa. Entre todos os produtos deri-

vados da soja, ele é o mais consumido em toda a Ásia Oriental.

Sua origem se deu na China, há 2.000 anos. Hoje, é feito em quase

40 mil fábricas no Japão. No Brasil, ganhou a mesa não só dos vege-

tarianos, mas dos amantes da cozinha oriental.

De sabor adocicado, é feito a partir do feijão da soja, água e um coagu-

lante natural, feito por sal mineral concentrado. É o único desses ali-

mentos de alto valor protéico que apresenta pouca quantidade de calo-

rias, quase nenhuma gordura saturada e total isenção de colesterol.

Por isso, caso o leite de vaca passe longe da sua mesa, o tofu é a melhor

alternativa como fonte de proteína e ferro. Na mesa, a versatilidade des-

se discreto alimento, que tem o gosto muito semelhante ao queijo, também

é lembrada. São inúmeras as possibilidades de consumi-lo: cru, cozido, gre-

lhado, frito, doce ou salgado.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h55
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CULINÁRIA JAPONESA XXXV

Sakê - a bebida das festas japonesas

Conheça detalhes sobre o delicioso saquê.

 

Quando se pensa em bebida japonesa, é quase impossível não pensar no saquê.

Trata-se de uma bebida fermentada tradicional do Japão. Sua fabricação se dá

pela fermentação do arroz. Pode ser ingerida quente ou gelada. No arquipélogo é

consumido em grandes comemorações, como Ano Novo e cerimônias de casamento.

No Brasil, a bebida ficou muito conhecida por se tornar uma opção para a caipirinha. 

 

Existem em torno de 1.600 fabricantes de saquê no Japão. No Brasil, a bebida também

é produzida. Grandes variedades de saquês brasileiros e japoneses podem ser encontrados

em lojas no bairro da Liberdade, em São Paulo.

 

Para os japoneses, a melhor temperatura para se consumir o saquê é 35º C, pois nesta tempe-

ratura se percebe melhor seu sabor e suas caracteristicas. Quando aquecido, a uma tempera-

tura de até 45º C, o saquê é conhecido por kan . Torna-se encorpado e adquire um sabor acen-

tuado de melão.

 

Mas pode ser bebido em temperaturas superiores ou inferiores, de acordo com a estação do ano.

No Brasil, é muito comum ser servido gelado, acompanhado por uma fileirinha de sal às bordas

do copo de madeira, chamado de masu. Quando resfriado, o saquê é conhecido por higa.

 

Quente ou gelado, sabe-se que o saquê que conhecemos é muito diferente do fabricado no

passado. A descoberta do fermento aumentou a graduação alcólica, e a 2ª Guerra Mundial

também alterou sua receita. Sorte a nossa, pois a caipirinha de saquê é uma delícia! A escas-

sez de arroz naquele período forçou os fabricantes a buscarem alternativas para aumentar a

fermentação utilizando menos arroz.

 

No Japão, o termo saquê é mais abrangente e pode significar qualquer bebida alcoólica, distin-

guindo-se frequentemente a bebida japonesa que conhecemos como saquê, “nihonshu” (literal-

mente saquê do Japão) ou “seishu”.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h48
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CULINÁRIA JAPONESA XXXIV

Uma iguaria Peruana no Oriente - Pratos Exóticos

Tiradito de Tilápia

Existe um corte especial para esse peixe. Se você não

tiver prática, prefira comprar o filé pronto

Para esse prato, que rende duas porções, você vai utilizar

¼ da tilápia

Ela precisa estar bem limpinha...

... para depois virar saborosos sashimis

Se você tiver prática, use a criatividade

Corte ½ pepino em tiras bem finas, que serão usadas

na decoração

Corte metade de uma cebola roxa. Ela é essencial ao prato

 Pique deixando os pedaços bem pequenos

Corte uma pimenta dedo de moça em pequenas tirinhas.

É recomendável não exagerar neste ingrediente

Para a decoração foi usada alface e repolho para manter

a estrutura da flor de tilápia

Distribua os ingredientes pelo prato. Tempere com limão,

azeite e condimentos de sua preferência

Pronto! Seu prato peruano com cara de japonês já pode

ser servido... É muito leve e refrescante!

Pratos exóticos são opções criativas do cardápio japonês

A variedade de ingredientes e o modo de confecção do prato fazem da cozinha japonesa uma das mais ricas do mundo. Sushimans precisam tirar proveito da criatividade e da versatilidade. Desenvolvem técnicas tão sutis de preparo e cozimento dos alimentos que transformaram sua cozinha em uma das mais refinadas do mundo. E por que não, exóticas?

Ingredientes: 

- tilápia
- cebola roxa
- cebolinha
- pimenta dedo de moça
- cenoura
- azeite
- limão



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h33
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CULINÁRIA JAPONESA XXXIII

Romeu - Pratos Exóticos

Picante por fora e refrescante por dentro. Uma delícia.

Passe um pedaço inteiro de atum e outro de salmão no

gergelim;

Semi-grelhar os pedaços de peixe, para que o gergelim

não se solte

É importante não grelhar totalmente para que a parte

do meio continue crua

Corte o salmão em fatias grossas

O atum também deve ser fatiado com um dedo de espessura,

aproximadamente

Arrume em um prato todas as fatias

Separe o molho picante tailandês. Caso não encontre

o molho é possível substituir pelo tarê

Bata no liquidificador o gengibre. Pique bem a cebolinha

e misture, batendo com a faca a cebolinha e o gengibre batido

Coloque um pouco da mistura de gengibre e cebolinha

por cima das fatias

Despeje o molho picante por cima de forma generosa

Pegue uma folha de couve e retire o caule

Enrole a folha

Pique em fatias finas toda a folha de couve

O óleo deve estar quente o suficiente para não murchar

a folha. Mas é preciso tomar cuidado com a temperatura

muito alta, para não queimar a couve

Deixe fritar a couve por poucos minutos

A verdura deve ser retirada do óleo quando estiver crocante

Coloque a couve frita por cima do prato

E o Romeu está pronto

 

Conheça essa delícia exótica de dar água na boca

Couve combina com sashimi? Combina sim. E o nome dessa combinação

exótica e original é Romeu. É uma mistura de salmão e atum, com gergelim,

coberto com um molho picante. O toque final fica pela originalidade da couve

que mais uma vez surpreende por ser frita e não refogada, como a maioria prepara.

 Hummm, ficou com água na boca?

Então não desista de provar esse prato delicioso de sabor inconfundível. A montagem

não é tão complicada para um prato tão exótico. E o único segredo é o molho picante

de origem tailandesa. É bem fácil encontrar o molho em algumas redes maiores de

supermercados.

 

Ingredientes:

- Salmão;

- Atum;

- Gergelim torrado;

- Couve;

- Gengibre;

- Cebolinha;

- Molho picante tailandês ou molho tarê.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h58
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CULINÁRIA JAPONESA XXXII

Salada de Iguarias - Pratos Exóticos

Corte finas fatias de salmão

Em um prato, disponha uma ao lado da outra formando

uma espécie de estrela

Ao centro vai o primeiro ingrediente exótico, o idako

ou mini polvo

Coloque uma pitada de sal

Pique o kurague, água-viva em pedaços bem pequenos

Esse é o shirawo, mistura de filhote de enguia e barbatana de tubarão

Coloque o shirawo e a água-viva picada por cima do salmão

Agora, pegue o fukahire, barbatana de tubarão, e despeje

por cima da salada

Coloque um pouco de cebolinha e esprema meio limão

por cima, para marinar o salmão

Jogue um pouco de azeite extravirgem

E aí está a salada pronta para servir

Os frutos do mar mais exóticos juntos em um único prato

 

Polvo, filhote de enguia, barbatana de tubarão e água-viva, esses

são os ingredientes mais exóticos dessa salada. Pode parecer estranho,

mas o resultado final desta mistura é uma deliciosa salada exótica.

“Sempre misturo diferentes ingredientes da culinária brasileira e

japonesa. O azeite extravirgem, por exemplo, é um ingrediente utilizado

no Brasil e que uso nessa salada, para dar um toque especial”.

Ingredientes:

- Salmão;

- Idako - mini polvo;

- Kurague – água-viva;

- Shirawo – filhote de enguia e barbatana de tubarão;

- Fukahire – barbatana de tubarão;

- Cebolinha;

- Limão;

- Azeite extravirgem;

- Sal



Escrito por Colecionadora de Receitas às 21h36
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CULINÁRIA JAPONESA XXXI

John Flambado

1º passo - Corte quatro cubinhos de cenoura e posicione-os

da maneira que mais gostar. Despeje álcool em gel no fundo

do prato.

2º passo - Coloque o arroz com salmão sobre a cenoura.

O cream cheese é opcional, mas é um ótimo truque para

‘grudar’ o morango

3º passo – Aproveite a época do morango. A combinação

parece estranha, mas é muito gostosa

4º passo – Coloque fogo!

5º passo - Repare que o salmão fica com o aspecto mais

grelhado. Uma boa opção para quem está começando.

Aprenda a fazer o John mais quente da estação.

 

A culinária mundial é repleta de diferenças. E não estamos

falando apenas de sabor. Um prato pode ter uma textura

estranha ou uma origem acidental. Outro pode ter uma cor

diferente dos padrões ou uma apresentação distinta das

normas de etiqueta.

E é exatamente na forma de apresentação que esse prato

difere-se dos outros. Na lista de ingredientes, alimentos

presentes na casa dos brasileiros: arroz, peixe, morango e

cenoura. A mistura deles já renderia o título de, no mínimo,

esquisito.

Mas, o que dá o título de exótico ao prato é o álcool em gel.

O prato chega à mesa queimando. Literalmente. E nada de

usar aqueles garfinhos de fondue para apreciar esse John

flambado. Prepare o hashi e mãos ao fogo! Veja nas fotos

acima o passo a passo de como montar este delicioso prato

exótico.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 21h08
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CULINÁRIA JAPONESA XXX

Robata exótico: Shimeji e Bacon - Pratos Exóticos

Robata de shimeji com bacon, uma iguaria exótica que dá água na boca.

Pegue três fatias de bacon

Corte o shimeji em pequenas porções

O tamanho de cada porção deve ficar mais ou menos como o da foto

Corte a parte de baixo da porção de shimeji, pois essa costuma

ser mais dura

Coloque cada porção de shimeji sobre as fatias de bacon

Enrole o bacon por fora do shimeji

Enrole o bacon por fora do shimeji

Faça isso com os três pedaços

É assim que deve ficar o robata no palito

Coloque em uma grelha

Para saber a temperatura correta você deve conseguir

ficar com a mão por cima da grelha por aproximadamente

5 segundos.

Pegue um pouco de molho Tarê

Passe com um pincel culinário o molho sobre os pedaços

de bacon com shimeji, para ajudar no cozimento

Depois de virar de todos os lados para que fique grelhado

por igual seu robata está pronto.

 

O “churrasquinho japonês” começa a cair no gosto popular

 

Talvez você nunca tenha ouvido falar nesse prato, mas vai começar

a saber do que se trata agora. O robata, espécie de espetinho de origem

japonesa, começou a cair nas graças dos brasileiros e pode ser degustado

em rodízios, restaurantes japoneses, temakerias e até mesmo em algumas

casas especializadas.

 

No Japão, o robata existe há muito tempo, e usualmente é feito a partir de

legumes, peixe, carne e frango, servido em palitinhos e cozidos em uma grelha.

O tempo de preparo é bem rápido, mas varia de acordo com o alimento a ser

servido. Por exemplo, peixes e legumes ficam prontos mais rápido que carnes

e frangos.

 

Você vai precisar de:

- Fatias de bacon;

- Shimeji cru;

- Um palitinho de churrasco;

- Molho tarê.

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 20h46
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CULINÁRIA JAPONESA XXIX

Molho Tarê - Pratos Exóticos

O molho Tarê é uma delicia e está entre os mais pedidos

como acompanhamento nos restaurantes japoneses

Os ingredientes necessários são: gengibre, glucose de milho,

alho, shoyu e açúcar

Coloque o dente de alho já amassado em uma panela em fogo médio

Deixe dourar um pouco o alho, mas lembre-se de não deixar

o fogo muito alto para não queimar

Coloque os 300 ml de molho shoyu na panela

Mexa um pouco para misturar os ingredientes

Adicione o gengibre ralado

Continue mexendo em fogo médio

Coloque a glucose de milho

Continue mexendo sempre após adicionar cada ingrediente

Adicione o açúcar

E mexa mais um pouco

Agora aumente o fogo, coloque-o em modo alto e deixe

ferver por aproximadamente 5 minutos

Você vai perceber que a textura da receita começa a mudar

e ficar mais grossa.

Coloque em um recipiente e deixe esfriar.

E ele está pronto para ser servido. Experimente adicioná-lo

ao frango ou peixe para dar uma incrementada na sua receita.

 

Aprenda como fazer o molho sensação da culinária japonesa.

Este molho oriental vai bem com tudo, desde o hot roll até o robata.

Por isso, quando o assunto é culinária japonesa, o molho tarê está

entre os top 10 dos pedidos nos restaurantes. Feito a base de shoyu,

o tarê caiu nas graças dos brasileiros apaixonados pela culinária

oriental e é fácil saber o porquê. O tarê é um molho um pouco mais

cremoso que os demais, e levemente mais doce. É justamente esse o

toque especial que faz dele um grande sucesso.

Mas será que é fácil fazer esse molho maravilhoso para combinar

com os diversos pratos em casa? Sim, é facílimo. 

Você vai precisar de:

 - Um dente de alho amassado;

 - 2 colheres de sopa de gengibre ralado;

 - 2 colheres e 1/2 de sopa de açúcar;

 - ¼ de xícara de glucose de milho;

 - 300 ml de molho shoyu.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h56
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CULINÁRIA JAPONESA XXVIII

Jow Gringo - Pratos Exóticos

Corte o salmão em tiras.

Você vai precisar de dois sashimis para cada Jow

Enrole as tiras ao redor do arroz

Fure o salmão enrolado no arroz com um palito

Empane os Jows com o palito no prato de farinha de trigo

Cuidado para não desmontar o Jow. Faça esse passo com bastante cuidado!

Coloque os Jows molhados no creme, a sua escolha, para fritar

Frite os Jows por cerca de dois minutos em óleo quente

Após fritar, coloque os Jows em um prato. Deixe secar bem.

Agora corte os Jows fritos ao meio. Coloque cream cheese

e salmão com cebolinha para recheá-los.

Coloque os Jows recheados no prato e acrescente gergelim e molho tarê.

Decore da maneira que preferir... e bom apetite!

Aqui nos lhe ensinaremos com fazer este prato exótico.

Tornou-se comum sushimans apresentarem surpresas aos seus clientes,

seja no rodízio ou nos variados tipos de combinações. Se você já provou

o Jow de diversas formas como, por exemplo, com o salmão e cebolinha,

morango ou com recheio de goiabada.

É literalmente um “Jowoutro” mundo!

 

Os ingredientes são simples:

salmão, cream cheese, arroz japonês, farinha de

trigo, gergelim e o molho tarê.

A vantagem desta receita é que ela é feita com peixe

frito, ou seja, aqueles que ainda não aderiram ao peixe

cru podem admirá-la também. 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 19h10
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CULINÁRIA JAPONESA XXVII

Salmão com Berinjela - Pratos Exóticos

Tempere todos os ingredientes no salmão cozido já colocado

na travessa ou recipiente.

Corte a berinjela de forma que consiga colocar o recheio

da mistura que foi feita.

Recheie a berinjela com a massa misturada.

Empane a berinjela recheada com farinha de trigo.

Leve a berinjela para fritar em óleo quente por até três minutos.

Corte a berinjela frita em fatias.

Coloque as fatias em um prato com salada

Acrescente o molho tare e sirva as fatias ainda quentes.

Acredite, este delicioso prato oferece sabor e benefícios.

Através de seus sushimans, os restaurantes japoneses sempre buscam

uma nova invenção. Seja pela concorrência, curiosidade, pedido da

clientela ou simplesmente uma tradição de família que vale a pena dividir.

 

Então, atenção para os ingredientes:

salmão cozido, cebolinha, cream cheese, berinjela, pouco sal e pimenta.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 18h06
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CULINÁRIA JAPONESA XXVI

Kaisen Salada - Pratos Exóticos

Aprenda a fazer a Kaisen Salada, mistura de peixes ao limão, azeite, shoyu e gengibre.

Corte fatias bem finas do peixe branco

Coloque-as em um prato arrumando delicadamente

A espessura do peixe deve ser bem fina

Agora corte, também em fatias finas, o salmão

As fatias do salmão devem ser também finas, assim como as do peixe branco

Coloque as fatias do salmão do outro lado do prato

Bata no liquidificador o gengibre. Pique bem a cebolinha e

misture, batendo com a faca a cebolinha e o gengibre batido

Separe o azeite, shoyu, limão e o gengibre já misturado à cebolinha

Coloque um pouco do gengibre batido em cada fatia de peixe

Jogue bastante shoyu por cima dos peixes

O shoyu deve banhar todas as fatias do prato

Agora coloque o azeite

Essa é a hora do toque do limão. É indicado espremer um

limão inteiro sobre os peixes

E a deliciosa Kaisen Salada está pronta. Bom apetite!

 

Deliciosa e refrescante, esta salada exótica vai conquistar você!

 

Já imaginou unir o sabor do salmão, com finas fatias de peixe branco e um

toque de gengibre, misturado ao azeite, limão e shoyu? Parece delicioso não é.

Então saiba que esse prato, que já deve estar te dando água na boca, existe, e é

invenção do sushiman Júlio Ogawa. É a Kaisen Salada!

 

O diferencial dessa delícia, que está no cardápio do restaurante Hiroshi, é a espessura

das fatias dos peixes, muito mais finas que as de um sashimi comum. Além disso, o toque

ácido do limão, misturado ao gengibre, cai como uma luva na combinação do azeite com

o shoyu.

 

Ficou com vontade? Então saiba que, apesar de exótico, é bem simples de fazer e vai

deixar qualquer jantar oriental muito mais especial.

 

Então encontre um salmão bem fresquinho e um peixe branco, que pode ser namorado,

robalo ou pescada amarela. E mãos à obra.

 

Você vai precisar de:

 

- Salmão

- Peixe branco

- Gengibre

- Cebolinha

- Azeite

- Shoyu

- Limão

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 17h32
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CULINÁRIA JAPONESA XXV

Coma raiz forte e sorria!

Ingredientes do festival são bons para saúde bucal.

 

Tomar medidas preventivas para a saúde bucal é muito melhor do que sofrer

com caries e problemas dentais. Custa muito mais barato e é bem menos dolorido.

E todo mundo sabe, embora nem sempre da maneira correta, que escovar os

dentes e usar fio dental são fundamentais para garantir um belo sorriso.

 

Porém, as pessoas se esquecem que existe uma outra forma de combater os

problemas que podem acontecer na boca e garantir, de quebra, uma vida muito

mais saudável. Afinal, o que você come tem impacto sobre os dentes também.

 

“Os alimentos que contêm muito açúcar ou amidos, além de causarem mau hálito,

também  causam danos aos dentes. Mas há alimentos que ajudam a proteger os

dentes”, explica o Dr. Fernando Novaes. “É fundamental saber que existem ingredientes

e condimentos que combatem bactérias, protegem o esmalte e evitam o aspecto amarelado”,

explica.

 

Um alimento que ajuda muito os dentes é o queijo, como o tofu, por exemplo. “Possui um baixo

teor de carboidratos e cálcio, além do teor de fosfato. Ambos são benéficos para os dentes, pois

reduzem o nível de acidez na boca”, comenta Novaes. O tofu pode também ajudar a proteger e

reforçar o esmalte dos dentes.

 

Caso você queira combater as tão indesejadas placas bacterianas, o gergelim, presente das

saladinhas e outros pratos da culinária oriental, é o alimento ideal. “Essa semente também ajuda

a deixar o esmalte mais forte, pois tem teor muito elevado de cálcio que reforça o dente em torno

da linha da gengiva”, diz Dr. Fernando.

 

Mas a grande surpresa dos festivais japoneses fica por conta do tão temido wasabi. Conhecida como

raiz forte e usada como condimento, esse ardido ingrediente ajuda a proteger os dentes. “O wasabi

contém isotiocianatos, substâncias que produzem o sabor picante. Isso, por incrível que pareça, ajuda

a inibir o crescimento de bactérias”, conclui o odontologista. Isso prova que, além de ser uma delícia e

fazer muito bem para a saúde, a culinária japonesa também pode ajudar a deixar o seu sorriso muito

mais bonito!



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h56
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CULINÁRIA JAPONESA XXIV

Shoyu, a chave da culinária japonesa

Consuma essa delicia sem colocar em risco a saúde

Trazido para o Brasil pelos imigrantes japoneses, no início do século XX, o Shoyu se

popularizou no país algumas décadas depois. Hoje é difícil encontrar uma casa que

não tenha o molho em sua dispensa, isso porque o shoyu vai bem tanto com peixes,

quanto com legumes e verduras.

Mas é preciso tomar cuidado com as calorias e a quantidade de sódio presentes no

produto. O sódio é um ingrediente importante no processo de fermentação da produção

do molho e não pode ser substituído. “Há um limite de redução de sódio na fabricação

do produto para não comprometer o processo de fermentação natural”, diz a assessoria

de imprensa da Sakura.

Segundo a nutricionista Luana le Grazie, pacientes com restrições alimentares, como os

hipertensos, devem consumir a versão light, “Nessa versão há uma significativa redução

de sódio, aproximadamente 30%”, orienta Luana. A nutricionista também chama atenção

para o valor calórico do produto, cerca de 15 calorias por colher de sopa. 

Entretanto o molho shoyu não é só vilão. Ele possui vitaminas B1, B2 e aminoácidos. “O

shoyu é também rico em ferro e cálcio, nutrientes fundamentais para a saúde”, comenta

Luana le Grazie.

No cotidiano dos japoneses o molho shoyu é totalmente indispensável.  Além de ser utilizado

no cozimento de legumes, carnes e verduras, o shoyu é a base para outros molhos. “O teriaki

e o ponzo, por exemplo, são molhos tradicionais no Japão que levam o shoyu em sua essência”,

diz a assessoria da Sakura.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h51
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CULINÁRIA JAPONESA XXIII

A salada própria para o verão

O sunomono é saudável e é ótima para os dias mais quentes

 

Com o início da primavera o calor é inevitável. Também pudera, no nosso país tropical o frio é um

clima ao qual nenhum brasileiro se acostuma com facilidade. E para dar um toque oriental aos dias

mais quentes aqui no ocidente, nada melhor que o sunomono, a salada japonesa mais famosa e

nutritiva. Não conhece? Então não perca tempo, porque além de ser deliciosa e refrescante, ela

faz bem a saúde e ajuda a emagrecer.

 

O sabor agridoce é bem característico da salada mais consumida na terra do sol nascente. O pepino

e o vinagre de arroz são os ingredientes principais desse prato muito saudável. Segundo a nutricionista

Márcia Kitagawa, o pepino é extremamente refrescante, e por isso é ideal para os dias mais quentes.

“95% do pepino é constituído de água, essencial para os dias de muito calor, já que o corpo acaba se

desidratando muito rápido”, explica a nutricionista.

 

Já o vinagre de arroz, conhecido por seu sabor mais suave e adocicado, é ideal para quem tem problemas

estomacais. “Essa qualidade de vinagre é menos ácida, então é muito recomendada para quem sofre de

gastrite”, diz Márcia.

 

Mas não é só de água que o pepino é composto. “A vitamina C, essencial para o sistema imunológico, e a

vitamina B9 - ácido fólico, estão presentes nesse legume”, conta a nutricionista. E Márcia ainda explica que

a vitamina B9 é muito importante para as gestantes, já que auxilia na formação neurológica do bebê.

 

E se o interesse no sunomono é por seu auxilio no emagrecimento, a nutricionista explica o porquê. “A

combinação de fibras e água, presente nas verduras, é essencial para que o intestino funcione”, diz. Além

disso, nada melhor do que comer uma salada antes das refeições, sejam elas orientais ou não.


“O consumo, antes das refeições, da salada, é importante para dar saciedade, e dessa forma fazer com que

a pessoa coma menos durante o resto da refeição”, orienta a nutricionista.

 

Apesar de tantos benefícios, o sunomono não é a salada mais saudável do mundo. A salada oriental é crocante

ao paladar e bem refrescante, mas é importante tomar cuidado para não exagerar. “O molho adocicado do sunomono

contém açúcar então deve ser consumidor com moderação”, a Márcia.

 

Entretanto, não há dúvidas de que o sunomono é uma ótima alternativa a quem não aguenta mais viver de alface e

tomate. Ficou com água na boca? Então aprenda uma variação do sunomono elaborada pela equipe do restaurante Hiro.

 

Ingredientes:


Dois pepinos tipo japonês

200 ml de vinagre de arroz

180 g de açúcar

1 colher de sobremesa de sal

1 pitada de glutamato monossódico

Gergelim

Kani kama (opcional)

Camarão cozido (opcional)

Alga wakame (opcional)

 

Modo de preparo:


Lave e fatie os pepinos em rodelas bem finas. Para isso, utilize um ralador de legumes ou uma faca. Coloque os

pepinos fatiados sobre uma peneira, polvilhe sal para desidratar por aproximadamente 20 minutos. Enxague os

pepinos em água corrente para tirar o excesso de sal e deixe escorrer por alguns minutos, enquanto o vinagre

é preparado. Em uma panela, ferva o açúcar com o vinagre. Depois de frio, adicione o glutamato monossódico.

Misture os pepinos ao caldo e adicione o gergelim a gosto. Para acompanhar a salada, pode-se adicionar kani kama

desfiado, algas wakame ou camarão cozido.

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h44
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CULINÁRIA JAPONESA XXII

O arroz nosso de cada dia

Alimento essencial, o gohan está presente da mesa ao tatame na vida japonesa.

A culinária de qualquer país oscila entre criar sua própria marca e sofrer com as influências estrangeiras.

A alimentação japonesa moderna não poderia ser diferente e é particularmente rica em empréstimos

estrangeiros, sobretudo da China, Coréia, Europa e Estados Unidos. Contudo, os alimentos que não

podem faltar nas refeições nipônicas são genuinamente japoneses.

O arroz, o molho de soja e os frutos do mar frescos são os símbolos máximos da ‘nipocidade’, sendo

até mais vigorosos que as cerejeiras ou até a bandeira nacional. No entanto, foi há relativamente pouco

tempo que esses ingredientes se integraram à refeição diária dos japoneses.

Na história do Japão, a importância simbólica desse cereal e seu papel como moeda na economia japonesa

pré-industrial são inquestionáveis. “Ele era, sem dúvida, o alimento básico preferido, mas não existia em

quantidade suficiente para alimentar a todos”, explica Katarzina Cwiertka, autora do livro “Moderna Cozinha Japonesa”.

Não se sabe quanto e nem quem comia o arroz, ou em que quantidade e frequência o faziam fora dos centros urbanos,

onde o arroz branco foi durante séculos gênero básico na vida cotidiana. O que se sabe é que a introdução do arroz

se deu no arquipélago em 2500 a.C., proveniente do sul da China e península coreana. Antes, os japoneses viviam da

caça, pesca e coleta.

A cultura do arroz é tão forte no Japão que, para se ter uma ideia, a palavra arroz (gohan) significa tanto o grão,

propriamente dito, quanto uma refeição. Os japoneses costumam dizer ainda que "sem arroz não dá para viver".

Outro exemplo de sua importância no país é que ainda hoje os lutadores de sumô são simbolicamente premiados

com arroz.

Mas, atente-se, o arroz japonês é diferente do arroz brasileiro, o "agulhinha". Chamado de nihon mai, é de uma

variedade asiática que precisa ser plantada em charcos, com muita água.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h35
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CULINÁRIA JAPONESA XXI

Conheça a história do sushi II

Saiba como e quando foi criada esta deliciosa comida japonesa

 

Apreciar pratos japoneses é uma transformação profunda no paladar. Trata-se de um significativo avanço na

popularização dos pescados no cardápio dos brasileiros. Não é arriscado dizer que, entre as cozinhas asiáticas,

nenhuma faz tanto sucesso no mundo quanto a japonesa. Segundo Reinaldo Lourençato, no livro Moderna Cozinha

Japonesa, “sua propagação alcançou um êxito estrondoso que, guardadas as proporções, pode ser comparada à

difusão da culinária italiana pelo planeta”. Com uma diferença fundamental: é muito mais fácil aceitar massas, pizzas

e risotos do que um peixe crú.

 

Para entender como sushis e sashimis caíram no gosto popular, é preciso retroceder no tempo. No Japão, na primeira

metade do século, o sushi era uma forma de conservar peixes. “Os japoneses adotavam a técnica de prensar carpas

entre placas de arroz cozido, ao que davam o nome de narezushi”, explica Lorençato. Nesse período inicial, o arroz era

descartado. Durante os séculos XV e XVI, algumas pessoas resolveram evitar o desperdício e começaram a comer também o arroz.

 

Foi em Tóquio, na primeira metade do século 19, que a ‘versão’ de sushi que conhecemos nasceu. Atribui-se ao cozinheiro Yohei

Hanaya a autoria desses bolinhos. Hanaya os vendia em pequenas barracas nas ruas da atual capital japonesa. Conta a história

que as pessoas se amontoavam em volta de balcões e se deliciavam com os peixes frescos.

 

Ao longo dos anos, o sushi ganhou formas variadas de elaboração em diferentes regiões do Japão. Entre os tipos mais conhecidos,

está o de Kansai, com peixes cozidos ou marinados, dispostos sobre o arroz prensado. Esse método recebe o nome de oshizushi.

 

Os que conhecemos hoje são chamados deniguirizushi, ou seja, pequeno bocado de arroz moldado a mão e coberto de pescados.

Recebem também o nome de edomaezushi, porque surgiram em Edo, nome de Tóquio até 1869. Nessa época, com a ascensão da

economia, o Japão ficou conhecido pelo domínio tecnológico, seja na produção de eletrônicos, seja na fabricação de automóveis.

“Levou muito tempo, porém, para que o extremo oriente percebesse que a comida japonesa poderia ser um de seus mais significativos

cartões de visita”, explica Lorençato.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h28
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CULINÁRIA JAPONESA XX

Conheça a história do sushi I

Você sabia que o sushi é chinês e não japonês?

 

Mesmo com a culinária japonesa ganhando admiradores pelos quatro cantos do planeta,

ainda existe certa resistência quando o assunto é o peixe cru. Para quem nunca experimentou

a comida japonesa, nada mais normal do que iniciar essa aventura pelo mais famoso prato oriental.

 

O sushi, iguaria que combina o arroz com os pescados crus, nasceu na China há mais de dois mil anos.

Porém, os culpados pela sua difusão foram os japoneses.  Entre os séculos XV e XVI os peixes, antes

de serem importados para os outros lugares, eram conservados no arroz cozido, já que o ingrediente

liberava ácidos capazes de manter e preservar a qualidade do alimento por mais tempo. O nome dado

a essa técnica era narezushi.

 

No século XVIII, o cozinheiro Yohei Hanaya decidiu mudar este tipo de conservação e desenvolveu o

que chamamos hoje de sushi. O fato se deu em Osaka, região japonesa responsável por reunir os

comerciantes de arroz que desenvolveram o estilo de enrolar os peixes em algas. A técnica era

diferente da que acontecia em Tóquio, que difundiu o chamado oshizushi, o bolinho de arroz coberto

com peixe sem a presença da alga.

 

No século seguinte, começou nesta culinária a utilização de ingredientes com fortes poderes antibacterianos,

para evitar qualquer tipo de contaminação através do alimento cru, como o vinagre, o wasabi e o gengibre,

responsáveis pela qualidade e desenvolvimento dos famosos sushis.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 16h10
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CULINÁRIA JAPONESA XIX

A culinária japonesa ataca

Saiba como a comida japonesa se disseminou no Brasil.

Foi na segunda metade da década de 80 que o Brasil começou a ser despertado pela magia

da culinária japonesa, em especial ao sushi. Revistas como Playboy, Veja e Nova publicaram

as primeiras reportagens fazendo referência aos pratos orientais.

Estima-se que, por volta de 1988, tenham sido feito os combinados no Brasil. Hoje, comuns

em festivais, eles nem faziam parte do cardápio por serem extremamente exóticos. As primeiras

versões desse prato foram elaborados por clientes que os haviam provados nos Estados Unidos.

Num primeiro momento, os críticos de restaurantes aceitaram bem a novidades. “Só houve brados

em contrário quando surgiram os califórnia rolls. A Playboy anotou a influência do país norte-americano

nos bolinhos em uma resenha intitulada Sushis americanizados: uma nova influência”, conta Arnaldo Lorençato,

no livro Moderna Cozinha Japonesa.

Era consenso entre os especialistas em gastronomia que esses bolinhos acabariam por desvirtuar a alma de uma

culinária tão requintada. “De nada adiantaram os protestos. Essa chiadeira não ecoou no vazio de estômagos

ávidos por se satisfazerem com aquelas gulodices”, explica Lorençato. O sucesso veio e os combinados - servidos

nos barcos de madeira - triunfaram. 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h50
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CULINÁRIA JAPONESA XVIII

Chá para toda vida

Conheça a origem do famoso banchá.

 

O primeiro registro escrito sobre o uso do chá ocorreu por volta do século III a.C., na China.

O banchá é originário da planta Camellia Sinensi, natural do sudeste asiático e que pertence

à família das Teáceas (Theacea). A planta era originalmente encontrada apenas na China e na Índia.

 

Sua relação com o Japão começou após a chegada dos monges budistas, que por volta do século IX

trouxeram algumas sementes da China para serem cultivadas em solo japonês. Desde então, seu

consumo faz parte da cultura e culinária japonesa, que não dispensa o ingrediente.

 

O banchá contém menos cafeína e tanino do que outros chás existentes, o que lhe proporciona um

sabor mais suave. É produzido com folhas grossas e fibrosas, além do caule, e é adquirido pela infusão

e secagem das folhas mais velhas que ficam no pé por mais de três anos.

 

Este chá possui propriedades medicinais e efeito estimulante, assim como terapêuticas e cosméticas.

É um grande aliado da saúde por ser rico em flavonóides, que são substâncias antioxidantes que c

ombatem os radicais livres. Possui também os bioflavonóides e catequinas, substâncias que impedem

as alterações celulares que originam os tumores.

 

Para aqueles que costumam beber este chá apenas nos restaurantes japoneses é possível prepará-lo

em casa, mas com algumas recomendações, que vão desde guardá-lo bem acondicionado em local fresco

e seco e, na hora do preparo, passar água fervente no bule e nas xícaras.

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h43
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CULINÁRIO JAPONESA XVII

Conheça o PF (prato feito) do Japão

Sai o sushi, entra o domburi. O “prato feito” japonês.

 

Você provavelmente não conhece esse prato. Ou, pelo menos, não sabia que ele tinha o nome de ‘tigela’.

Bem, pelo menos é esse o significado da palavra domburi, o nome japonês de um dos pratos mais conhecidos

e populares do país.   

 

Para servi-lo - e fazer jus ao nome - você deve utilizar uma tigela grande. Para não perder a tradição, ela

deve ser de cerâmica. Encha a metade de arroz e cubra com qualquer tipo de carne ou vegetais.

 

Os ingredientes que acompanham o arroz podem ser quentes ou frios; crus, cozidos ou fritos. As carnes

podem ser de peixe, de ave, bovina ou suína. Pronto! Está feito o PF (prato feito) dos japoneses. Simples

como arroz e feijão.

 

O termo domburi começou a ser utilizado no século 14. Para usar esse nome, bastava um prato ter qualquer

ingrediente sobre o arroz. Para quem pensa que tratava-se de um prato da massa, está muito enganado.

Segundo informações do Made in Japan, em seus primórdios, por ser prático e requintado, o domburi era

acessível somente à alta sociedade.

 

Foi somente em 1867 que esse prato ganhou as ruas e todas as classes sociais do Japão. Dizem, os especialistas,

que o ‘culpado’ pela sua divulgação foi um ocupado patrocinador de peças teatrais, que não tinha tempo de frequentar

restaurantes e improvisou uma enguia assada sobre o arroz. A moda pegou.

 

Incorporado à culinária japonesa tradicional, o domburi recebeu diferentes coberturas e combinações infinitas, assim

como um sanduíche. Se essa tradição pegar também no Brasil, o sushi vai ganhar um concorrente e tanto.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h31
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CULINÁRIA JAPONESA XVI

O prato que resistiu a guerra

Tempurá fez sucesso na guerra e espalhou-se pelo mundo.

 

Existem várias versões sobre a origem do nome tempurá. O escritor Kyouzan Santou (1769 –1858)

registrou em sua obra que a denominação tempurá vem de ten de tenjiku rounin (sujeito sem domicílio

fixo) e pura de fuuraibou (errante).

 

Também dizem que o nome se originou das Quatro Têmporas (Quattuor Tempora), quatro jejuns celebrados

pela igreja católica com abstenção da carne e consumo de peixe frito. Outra versão, diz que o nome é derivado

das palavras portuguesas tempero ou templo.

 

Entre as versões da expansão do alimento ao Japão, a mais aceita diz que sua difusão pelas camadas mais populares

deu-se somente por volta do século XVII, pois a fritura era uma técnica culinária desconhecida no Japão, já que o óleo,

artigo raro, destinava-se principalmente à iluminação.

 

Nesta época, em Tóquio, foi criado um mercado de peixe e, ao seu redor, surgiram barracas que serviam peixes e frutos

do mar fritos. Este prato simples e de preço acessível, que se comia em pé, era chamado de goma ague, pois utilizava o

óleo de gergelim. No início, eram espetinhos acompanhados de tentsuyu e nabo ralado. Depois, passaram a serem

servidos em pratos.

 

Este prato conquistou os paladares mais refinados no final da Era Meiji, quando passou a ser servido nos salões de

banquete. Com o terremoto de 1923, que atingiu Tóquio, os donos das barracas mudaram-se para outras regiões,

difundindo a fritura pelo país.

 

Na Era Showa (1926-1989), época da guerra, o consumo de óleo e trigo tornou-se controlado. Porém, com o fim da

guerra, a distribuição foi normalizada e o tempurá fez sucesso entre os oficiais das tropas de ocupação. Sorte a nossa

que esse alimento chegou ao Brasil!

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h25
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CULINÁRIA JAPONESA XV

Conheça a história do Cogumelo

Conheça a história da delícia afrodisíaca que pode matar

 

Foi na Ásia que o cogumelo começou a ser utilizado como alimento e para fins medicinais.

Porém, todas as culturas e regiões do mundo têm registros dessa planta. Para se ter uma ideia,

as primeiras referências escritas sobre cogumelos datam 450 a.C., ano em que um epigrama

relatou a morte de sua mãe e seus três filhos após a ingestão do mesmo.

 

Mas, estima-se que o primeiro cultivo intencional de cogumelos tenha ocorrido na China por

volta do século VI, ou seja, há nada mais do que 1400 anos. A primeira espécie cultivada foi

auriculária auricula, aproximadamente no ano de 600 d.C.

A produção comercial de cogumelos foi formalizada aproximadamente em 1700 d.C.

 

Os cogumelos estão presentes na mesa das civilizações há muitos e muitos séculos. Na terra

dos faraós eram oferecidos nos banquetes como uma iguaria muito sofisticada. Já os gregos

referiam-se a eles como ingredientes afrodisíacos, sendo considerados alimentos dos deuses.

Não é a toa que o querido shimeji - cujo nome científico é Pleorotus Ssp - também seja um velho

conhecido dos orientais.

 

O cogumelo pertence ao reino fungi, que é formado por mais de 250 mil espécies de fungos. Dessas,

cerca de dois mil são comestíveis.

Apenas 20 espécies são cultivadas comercialmente e dessas, somente seis têm cultivo em escala

industrial, segundo dados da Revista Metrópole.

 

Até pouco tempo, os cogumelos eram sinônimos de alimento exótico e requintado. Hoje, são encontrados

com certa facilidade em supermercados e restaurantes, na forma de cogumelos frescos e secos. E, aos poucos,

conquistam o paladar do brasileiro. Não é a toa que há três principais tipos de cogumelos produzidos no Brasil:

champignon de Paris, shiitake e shimeji frescos.

 

No Japão, os cogumelos são considerados especialidades de outono, mas estão presentes no cotidiano dos japoneses

em todas as estações desde quando se vivia em contato com a natureza. Ao longo do tempo eles estão presentes nos

mais variados pratos, como o okowa, tempurá e o harumaki (rolinho primavera).

 

Além de ingredientes extremamente versáteis e saborosos, os cogumelos são muito apreciados também por suas

baixas calorias e benefícios à saúde, fortalecendo os ossos, prevenindo o câncer e outras doenças relacionadas

aos hábitos de vida.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h14
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CULINÁRIA JAPONESA XIV

Saquê: uma nobre bebida

Você sabia que existe até saquê sem álcool?

 

Não existe um registro que garanta a data e o local da origem do saquê, mas um marco na produção da bebida alcoólica mais tradicional do Japão foi a instalação do departamento de cervejaria no palácio imperial de Nara, então capital do Japão (710 a 792 d.C.).

 

No período seguinte, quando a capital passou para Kyoto, o saquê foi descrito como uma bebida nobre. Há registros de pelo menos 15 variedades da bebida. Nessa mesma época o saquê começou a ser servido também quente e, talvez por este motivo, recebeu a influência da China. 

 

Nesse período havia quase 180 produtores independentes de saquê da região de Kyoto. Os templos que possuíam grandes propriedades de arroz passaram a fabricar a bebida. No século 14, no meio da grande concorrência entre os produtores, surgiram algumas inovações tecnológicas, aumentando ainda mais a produção e qualidade da bebida.

 

Principais tipos de saquê

 

No Japão, o termo saquê é mais abrangente e pode significar qualquer bebida alcoólica, distinguindo-se frequentemente a bebida japonesa como “nihonshu” ou “seishu”. Os saquês mais comuns, que não estão nesta lista, são chamados de futsuu-shu, enquanto aqueles produzidos regionalmente em pequenas escalas, se chamam jizake.

 

Junmai-shu – É o saquê mais puro, com arroz, água e koji, e que não sofre acréscimo de álcool. O arroz é “polido”, perdendo cerca de 70% do seu tamanho original.

 

Honjozo-shu – Tem pequena quantidade de álcool etílico destilado, o que melhora o sabor, tornando o saquê mais suave. O arroz recebe o mesmo tratamento de Junmai-shu.

 

Daiginjo-shu – Através do polimento, o arroz perde pelo menos 50% de seu volume original, chegando em alguns casos a perder até 65%. É um tipo de saquê que exige muito trabalho em cada nível do processo.

 

Namazakê – É o saquê que não é pasteurizado, e deve ser guardado na geladeira.

 

Nigori-zakê – Não é filtrado.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 15h06
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CULINÁRIA JAPONESA XIII

Hashi: o bico que virou talher

Lenda ou fato, os hashis são indispensáveis.

 

Diz a lenda que foi observando os pássaros se alimentarem

que a ideia de não usar mais as mãos durante as refeições

surgiu.

Originário da China, os primeiros registros datam 2500 a.C.

No início, o hashi era usado dobrado com uma pinça, lembrando

o bico das aves. Eram utilizados, ainda, como objeto que evitava

a presença de espíritos do mal. Outra versão diz que foram feitos

primeiramente como apoio para carnes. Só depois foram adaptados

para o uso no lugar das mãos.

 

Lenda ou fato, a verdade é que virou tradição. Não existe a possibilidade

de não saber usá-los no Japão. No Brasil, esse hábito é cada vez mais

contemporâneo. A palavra em mandarim para os pauzinhos é kuàizi,

que significa "objetos de bambu para comer rapidamente".

 

Não dá para negar que os hashis são mais higiênicos do que os talheres.

Além disso, podem ser produzidos com diversos materiais, como bambu,

metais e marfim, o que faz dos talheres japoneses alvo de crítica dos am-

bientalistas. Fato é que toda a culinária oriental foi e é desenvolvida para

ser consumida por estes palitinhos.

 

O comprimento dos tradicionais hashis varia muito, medindo de 21cm a 36cm,

assim como formato. E em dias de festa, as pessoas costumam utilizar hashis

diferentes dos tradicionais bambus. No ano novo, por exemplo, são utilizados

hashis de madeira lisa, feitos de chorão-salgueiro. Ou, ainda, hashis decorados

com cerejeiras, a mais simbólica árvore do Japão.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h52
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CULINÁRIA JAPONESA XII

A culinária japonesa tornou-se global.

 

Hoje, a culinária japonesa está entre os principais gêneros do mundo. Durante as duas últimas décadas,

ela invadiu com sucesso muitos segmentos da gastronomia do Primeiro Mundo – desde as refeições luxuosas

até a comida saudável e o lanche rápido, a culinária japonesa está presente em quase todos os países do continente.

 

À medida que a situação da culinária japonesa passou da periferia para o centro das gastronomias norte-americana e

européia, a dependência em relação ao conhecimento e aos ingredientes importados do Japão foi declinando continuamente.

Hoje, os restaurantes japoneses que funcionam na Europa, nos Estados Unidos e o Brasil, com exceção talvez dos estabelecimentos

mais seletos, contam com grande parte com recursos locais. Além disso, eles são influenciados menos por Tóquio e mais diretamente

pelas tendências de Los Angeles, Nova York e Londres.

 

A culinária japonesa não para de mudar. Veja em São Paulo, por exemplo. Não é difícil encontrar pratos feitos com banana, goiabada

e até berinjela. Raros são os restaurantes que não servem temakis com maionese e cream cheese. Maior influência ocidental, impossível.

Tanto no Japão, como fora dele, a culinária oriental foi alterada pela mídia, chefs e empresários e pela população local.

 

As exceções ficam por conta dos estabelecimentos que fazem questão de manter profissionais japoneses, ou seus descendentes, como

peças chave no local. Para isso, é preciso um esforço da administração para recriar um ambiente japonês em seus restaurantes. Meios

diversos precisam ser usados para alcançar esse objetivo, desde um fundo com música japonesa e garçonetes vestidas com quimono

até decoração com objetos associados ao Japão, como lanternas vermelhas e bonsai.

 

Existem bons restaurantes tradicionais por todo o Brasil. Mas existem também os que levam apenas o título de oriental. Por isso, é preciso

muito cuidado quando nos referimos a estabelecimentos japoneses. Se bastar servir sushi para ganhar o título de restaurante japonês,

os brasileiros vão perder churrascarias e os tão admirados petiscos de bar antes mesmo do que se possa imaginar. 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h43
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CULINÁRIA JAPONESA EM FOTOS

 

  

 

  

 

 



Escrito por Colecionadora de Receitas às 14h32
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CULINÁRIA DO JAPÃO

Cozinha japonesa tem um longo passado e desenvolveu uma culinária sofisticada.

Cozinha em um requintado e especializado para cada estação. Isto é semelhante

à cozinha China no que diz respeito aos produtos alimentares básicos ou shushoku

que se baseiam em cinco alimentos ricos em carboidratos (五谷:米,麦,粟,豆, ou黍稗),

arroz, trigo e aveia, plantas do gênero Setaria, feijão, milheto comum plantas do

gênero Echinocloa e placas (conhecido como okazu,おかず), cuja função é a de

incrementar a refeição principal, que normalmente são salgadas. A refeição padrão

japonês é sempre uma xícara de arroz japonês (gohan) e shushoku e acompanhamento

tsukemono (salga), uma taça de sopa e uma variedade de pratos okazu como peixe, carne,

legumes, etc. Tem também a nomeação refeições personalizadas em função da quantidade

de okazu que acompanham o arroz e sopa, o mais simples é o ichijū-Issaias 汁一 "Uma sopa,

um prato"); mas a comida é tradicional ichijū-sansai (一汁 "uma sopa, três pratos), onde cada

prato é feito com uma técnica diferente para cozinhar. Também é interessante notar que, enquanto

o Japão é uma ilha / nação é consumir mariscos. Entre os mais comumente utilizados são shushaku

arroz japonês (gohanmono), o congee Esse arroz japonês é dobrada, o donburi (丼 Qual é arroz com

carne ou de produtos hortícolas em conjunto de um mesmo copo, o popular sushi que é arroz cozido

com peixe, carne ou legumes. Outros alimentos são os principais aletria como o japonês soba O Udon

E ramen (ラーメン Entre outros. Um último componente que está shushaku é o pão japonês, especialmente

com o caril pão (カレー palom pão?) E anpan (あん Um pão doce recheados com pasta de feijão vermelho .

Em contraste, okazu mais conhecidos são o agemono (fritos: korokke (コロッケ Tempurá (てんぷら Tonkatsu

(豚カツ Etc.) Yakimono o (alimentos fritos ou grelhados pão: okonomiyaki (お好み焼き amêndoas takoyaki

yakitori etc), o nabemono (comida servida "vapor" sukiyaki (すき焼き Oden etc.), o nimono (ensopados:

nikujaga ?) Soki etc.) itamemono e (distúrbios alimentares: chanpurū etc) .. O sashimi Que é cortada

mariscos, é também considerada um okazu. Outros pratos okazu são suimono e shirumono (sopa: sopa

Miso 噌 misoshiru?) Zoni Etc.), A salty lanches e refeições (tsukemono (渍 'tsukemono'?, picles), ikura (いくら

ovas de salmão), etc.), o natto soja fermentada) e chinmi (comida regional). Acompanhando o okazu existem

outros elementos da cozinha japonesa. Doces e petiscos são as mais conhecidas wagashi Que são tradicionais

petiscos, entre eles estão anmitsu O país mais famosa sobremesa, o kakigori finamente picada flavored gelo,

o kompeitō um confit japonês, o melão pan (メロン pão?), entre outros. Outros doces são dagashi, alimentos que

são antigos e yōgashi, doce lar Ocidente, como a Castella Uma doce esponjoso interposto pelo Português. Tal

como para a tradicional bebida, o chá verde é dominante em bebidas não-alcoólicas, embora existam outras

bebidas, como Ramunas Ou Calpis No que respeita às bebidas alcoólicas são as razões O Shochu O awamori

E umeshu (梅酒 ).



Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h56
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CULTURA NA COZINHA

A cultura do Japão evoluiu enormemente com o tempo, da cultura do país original Jomon para sua cultura híbrida contemporânea, que combina influências da Ásia, Europa e América do Norte. Depois de várias ondas de imigração do continente e Ilhas do Pacífico (veja História do Japão), os habitantes do Japão experimentaram um longo período de relativo isolamento do resto do mundo sob o Xogunato Tokugawa até a chegada dos Navios negros da Era Meiji. Como resultado, uma cultura distintivamente diferente do resto da Ásia desenvolveu-se, e resquícios disso ainda existem no Japão contemporâneo.

No último século, a cultura japonesa foi também influenciada pela Europa e pela América.

Apesar dessas influências, o Japão gerou um complexo único de artes (ikebana, origami, ukiyo-e), técnicas artesanais (bonecas, objetos lacados, cerâmica), espetáculo (dança, kabuki, noh, raku-go, Yosakoi Soran, Bunraku), música (Sankyoku, Joruri e Taiko) e tradições (jogos, onsen, sento, cerimónia do chá), além de uma culinária única.

O Japão moderno é um dos maiores exportadores do mundo de cultura popular. Os desenhos animados (anime), História em quadrinhos (mangá), filmes, a cultura pop japonesa - Japop, literatura e música (J-pop) japoneses conquistaram popularidade em todo o mundo, e especialmente nos outros países asiáticos.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h52
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CULINÁRIA JAPONESA XI

Pratos japoneses famosos

Sushi (bolinhos de arroz temperado)

Sushis são bolinhos de arroz temperado recheados ou cobertos, ou com peixes, ou com frutos do mar, ou com vegetais, ou com frutas, ou com ovo.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h50
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CULINÁRIA JAPONESA X

Pratos japoneses famosos

Sashimi (Carne ou peixe cru)

Sashimi são alimentos crus, finamente cortados e servidos com um molho no qual os alimentos serão mergulhados antes de consumidos. Tem acompanhamentos simples como as algas; geralmente os peixes ou o marisco servem-se com molho de soja e wasabi. As variações mais menos comuns incluem:

  • Fugu: Peixe-balão venenoso fatiado, (por vezes letal). Uma especialidade tipicamente japonesa. O chefe responsável pela sua preparação tem de ter uma especialização (curso obrigatório) pois pode colocar em causa a vida dos seus clientes.
  • Ikizukuri: sashimi vivo
  • Tataki (ja: たたき): o atum da espécie Katsuwonus pelamis, vulgarmente conhecido por "Bonito" ou, em inglês, skipjack, que pode ser servido como prato principal em bifes levemente grelhados no carvão (só para caramelizar o exterior) e depois devidamente fatiado, ou então em cru finamente cortado temperado com chalotas, gengibre ou pasta de alho.
  • Basashi (ja: 馬刺し): o sashimi da carne do cavalo, chamado às vezes de sakura (桜), é uma especialidade regional em determinadas áreas tais como Shinshu (prefeituras de Nagano, de Gifu e de Toyama) e Kumamoto.
  • Rebasashi: geralmente fígado da vitela, completamente cru (a versão típica é chamada aburi (あぶり)), mergulhado geralmente em óleo de sésamo temperado de sal e por fim o molho de soja.
  • Shikasashi: o sashimi da carne de veado, uma iguaria rara só acessível em determinadas partes de Japão. Acredita-se que exista o risco do contágio de hepatite aguda pela ingestão de carne crua do animal.


Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h48
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CULINÁRIA JAPONESA IX

Pratos japoneses famosos

Nabemono (Cozidos em vapor)

  • Sukiyaki - mistura de massas, carne de vaca finamente fatiada, ovo e vegetais fervidos num molho especial feito de caldo de peixe,molho se soja , açúcar e saquê
  • Shabu-shabu -massas, vegetais e camarão ou carne de vaca finamente fatiada fervidos num molho leve e mergulhados em soja ou molho de soja antes de comer
  • Motsunabe - vísceras de vaca, hakusai (bok choi) e vários vegetais são cozidos numa base leve de sopa
  • Kimuchinabe - similar ao motsunabe, tirando a base kimuchi usando carne de porco finamente fatida. Kimchi é um prato tradicional coreano, mas também se tornou muito popular no Japão ,particularmente no sul da ilha de Kyushu, que é próximo da Coreia do Sul
  • Oden
  • Nikujaga, uma versão japonesa de estufado de vaca


Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h46
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CULINÁRIA JAPONESA VIII

Pratos japoneses famosos

Yakimono (Grelhados)

  • Gyoza - Bolinhos chineses (potstickers), normalmente recheados com carne de porco e vegetais*

Hamachi Kama - osso da bochecha , maxilar e cauda de atum amarela grelhada

  • Kushiyaki - Espetadas de carne e vegetais
  • Okonomiyaki - bolos fritos passados por polme com saborosas coberturas (veja também Okonomiyaki restaurants)
  • Omu-Raisu - i.e. "omelete de arroz", sanduíche de arroz frita com aroma de kectchup com uma leve cobertura de ovo batido ou coberta com uma omolete de ovo
  • Omu-Soba - uma omolete com yakisoba como seu recheio
  • Takoyaki - um bolinho espiral passado no polme e frito com um pedaço de polvo dentro
  • Teriyaki - carne, peixe frango ou vegetais abrilhantados com molho de soja doce grelhado, panado
  • Unagi, incluindo kabayaki - enguia grelhada e aromatizada
  • Yakiniku - carne grelhada numa espécie de chapa, ou simplesmente churrasco
  • Yakisoba - massas fritas ao estilo japonês
  • Yakitori - espetadas de frango


Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h45
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CULINÁRIA JAPONESA VII

Pratos japoneses famosos

Agemono (Frituras)

  • Karaage - Fritos de carne ao estilo japonês, geralmente carne de galinha condimentada com molho de soja. É apreciada e consumida pelos japoneses durante todo o ano. Consiste em pequenos pedaços de carne previamente marinados em molho de soja, alho e gengibre e posteriormente fritos em bastante óleo e acompanhados por um gomo de limão ou maionese.
  • Korokke (croquete) - bolas de puré de batata recheadas com vegetais cremosos, frutos do mar ou carnes e depois fritas
  • Kushiage - carne fritas em espeto
  • Tempura - vegetais em pedaços, frutos do mar e carnes fritas
  • Tonkatsu - costeleta da carne de porco panado frita(versão com galinha chamada de chicken katsu).
  • Donburi - uma taça de arroz cozido com várias coberturas condimentadas
  • Katsudon - costeleta de porco panada (tonkatsudon), chicken (frango -katsudon) ou peixe (e.g., magurodon)
  • Oyakodon - (Pai e Criança) Normalmente frango e ovo mas algumas vezes salmão e ovas de salmão
  • Gyūdon - Carne de vaca temperada


Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h43
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CULINARIA JAPONESA VI

Temperos japoneses

Em geral, considera-se que não é possível preparar autêntica comida japonesa sem shōyu (molho de soja), miso e dashi.



Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h41
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CULINÁRIA JAPONESA V

Ingredientes japoneses

  • Tsukemono (picles)
  • algas marinhas:
  • Frutos-do-mar processados:


  • Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h40
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    CULINÁRIA JAPONESA IV

    Ingredientes japoneses



    Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h38
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    CULINÁRIA JAPONESA III

    Pratos para ocasiões especiais

    Na tradição japonesa, alguns pratos estão fortemente ligados a uma comemoração ou evento.

    As principais combinações deste tipo incluem:

    • Mochi - Festival de Mochitsuki Okotania(passagem de ano)
    • Osechi - Ano Novo.
    • Hamo (um tipo de peixe) e somen - Festival de Gion.
    • Sekihan, arroz cozido com azuki - celebrações em geral.
    • Soba - Véspera do Ano Novo. Neste caso é chamado de
    • toshi koshi soba (literalmente "soba da passagem de ano").


    Escrito por Colecionadora de Receitas às 13h31
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    CULINÁRIA JAPONESA II

    Arrumação tradicional de uma mesa japonesa

    A arrumação tradicional da mesa japonesa tem variado consideravelmente

    nos últimos séculos, dependendo principalmente do tipo comum de mesa de

    uma dada era. Antes do século XIX, pequenas mesas individuais (hakozen, 箱膳)

    ou bandejas planas utilizadas no chão eram arrumadas antes de cada refeição.

    Mesas baixas maiores (chabudai, ちゃぶ台), que acomodavam famílias inteiras,

    começaram a se tornar mais populares no começo do século XX, mas este estilo

    deu lugar ao estilo ocidental de mesas e cadeiras de jantar, no final do século XX.

    A arrumação tradicional da mesa é baseada no ichijū-sansai. Tipicamente, cinco

    bacias e pratos são colocados antes do jantar. Na ponta, são colocadas a bacia de

    arroz (à esquerda) e a de sopa (à direita). Atrás destas ficam três pratos planos que

    seguram os três acompanhamentos, um à extrema esquerda (onde pode se servir um

    prato fermentado), um a extrema direita (no qual pode se servir um prato assado) e

    um no centro (no qual pode se servir vegetais cozidos). Vegetais cortados também

    costumam ser servidos e comidos no final da refeição, mas não fazem parte dos três

    pratos de acompanhamento.

    Hashis são normalmente colocados na frente da bandeja próxima da pessoa, com suas

    pontas apontadas para a esquerda e normalmente apoiadas em um suporte de hashi,

     ou hashioki (箸置き).



    Escrito por Colecionadora de Receitas às 03h12
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    CULINÁRIA JAPONESA 1

    A culinária tradicional japonesa é dominada pelo arroz branco (hakumai, 白米),

    e poucas refeições seriam completas sem ele.

    Qualquer outro prato servido durante uma refeição - peixe, carne, legumes,

    conservas - é considerado como um acompanhamento, conhecido como okazu.

    É utilizado um tipo de talher diferente, denominado hashi. Originário da China,

    consiste em dois pequenos bastões de madeira, plástico ou metal.

    As refeições tradicionais recebem seu nome de acordo com o número de acompanhamentos

    que vêm junto do arroz e da sopa.

    A refeição japonesa mais simples, por exemplo, consiste de ichijū-issai (一汁一菜; "uma sopa,

    um acompanhamento" ou "refeição de um prato"). Isto quer dizer que a refeição é composta

    de sopa, arroz e de algum acompanhamento — normalmente um legume em conserva.

    O pequeno-almoço ou café da manhã japonês tradicional, por exemplo, normalmente é

    constituído de misso shiru(sopa de pasta de soja), arroz e algum legume em conserva.

    A refeição mais comum, entretanto, é conhecida por ichijū-sansai (一汁三菜; "uma

    sopa, três acompanhamentos"), ou por sopa, arroz e três acompanhamentos, cada um

    empregando uma técnica de culinária diferente.

    Estes acompanhamentos normalmente são peixe cru (sashimi), um prato frito e um

    prato fermentado ou cozido no vapor — ainda que pratos fritos, empanados ou agri-doces

    podem substituir os pratos cozidos. O Ichijū-sansai normalmente se encerra com conservas

    como o umeboshi e chá verde.

    Esta visão japonesa de uma refeição é refletida na organização dos livros de culinária japoneses.

    Os capítulos são sempre ordenados de acordo com os métodos culinários: alimentos fritos, alimentos

    cozidos e alimentos grelhados, por exemplo, e não de acordo com os ingredientes em particular

    (ex.: galinha ou carne) como são nos livros ocidentais. Também podem existir capítulos dedicados

    a sopas, sushi, arroz etc.

    Como o Japão é uma nação insular, seu povo consome muitos frutos do mar, além de peixe e outros

    produtos marinhos (como algas).

    Mesmo não sendo conhecido como um país que come muita carne, poucos japoneses se consideram

    vegetarianos. Carne e galinha são comumente inseridos na culinária do cotidiano.

    O macarrão, originado na China, também é uma parte essencial da culinária japonesa. Existem

    dois tipos tradicionais de macarrão, o soba e udon. Feito de farinha de centeio, o soba (蕎麦) é

    um macarrão fino e escuro. O udon (うどん), por sua vez, é feito de trigo branco, sendo mais grosso.

    Ambos são normalmente servidos com um caldo de peixe aromatizado com soja, junto de vários

    vegetais. Uma importação mais recente da China, datando do início do século XIX, vem o ramen

    (ラーメン; macarrão chinês), que se tornou extremamente popular. O Ramen é servido com uma

    variedade de tipos de sopa, indo desde os molhos de peixe até manteiga ou porco.

    Ainda que muitos japoneses tenham desistido de se alimentarem de insetos, ainda existem exceções.

    Em algumas regiões, gafanhotos (inago) e larvas de abelha (hachinoko) não são pratos incomuns.

    Lagartos também são comidos em alguns lugares.



    Escrito por Colecionadora de Receitas às 03h02
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